segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Novo grupo - nova proposta
Vamos.... fazer algo diferente?
domingo, 1 de agosto de 2010
Como se degusta um vinho

1) Exame Visual - ao observar a coloração do vinho no copo podemos ter as seguintes informações:
Se o vinho é espumante, branco, rosado ou tinto;
Se a tonalidade é escura ou clara;
Se o vinho é novo ou velho;
Se o vinho tem um aspecto saudável.
2) Exame Olfativo - Esta etapa fornece informações preciosas sobre o vinho - se amadureceu em carvalho ou não, se está ideal para consumo, se há defeitos na elaboração, dentre tantas mais.
Utilize a seguinte técnica: Gire levente o copo para agitar o vinho e exalar mais aromas, que estão divididos em três grupos: Primários, secundários e terciários.
Aromas Primários: São os aromas que estão contidos na casca e na polpa da uva. Os aromas são extraídos durante a fermentação e podem ser: frutados, vegetais, florais e minerais.
Aromas Secundários: São os aromas que estão no vinho mas não são provenientes das uvas. Surgem de forma natural no processo de fermentação.
Aromas Terciários: São os aromas do envelhecimento. Apenas os vinhos mais velhos possuem aromas terciários.
3) Exame Gustativo - Nesta etapa se verifica o equilíbrio dos aromas e sabores do vinho, que são 4.
Doce - percebido na ponta da língua.
Ácido - percebido nas laterais da língua e causa salivação.
Salgado - percebido no centro da línghua, porém raro em vinhos.
Amargo - percebido no fim da língua.
Deve-se fazer que o vinho percorra toda a boca para se ter clareza dessas sensações.
O bom vinho deve apresentar equilíbrio e ser agradável ao paladar.
Dicas extraídas do site estação do vinho
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Sugestões de leitura, filmes e muito mais
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sábado, 3 de julho de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Dificuldades para abrir a garrafa de vinho? Veja a facilidade!
Colaboração: Confrade Luciano Lavoura
quarta-feira, 31 de março de 2010
Destaques
Também no Concurso Vinalies Internationales na França (Paris) em março de 2010, o Vinho Aurora Espumante 100% Pinot Noir ganhou Medalha de Prata. Parabéns.

( Proposta inovadora, este é o primeiro espumante 100% Pinot Noir vinificado em branco do Brasil. Apresenta coloração amarelo-cobre, de belíssima tonalidade. Seu perlage é delicado e persistente. Destacam-se aromas bastante frescos, de morango e amora branca, com toques de ervas aromáticas. Seu paladar apresenta excelente estrutura, com muito boa cremosidade, mostrando-se bastante equilibrado e refrescante.)
A mais recente: O espumante Marcus James Brut, RECEBE RECONHECIMENTO INTERNACIONAL NA TERRA DOS CHAMPAGNES, medalha de prata. Desta vez foi no concurso Chardonnay du monde, em Borgonha na França, que analisa vinhos tranquilos e espumantes elaborados com a uva branca icone desta região, a chardonnay.
Além disso, Aurora Millésime 2005 cabernet sauvignon, o branco Aurora Reserva Chardonnay e o espumante Aurora Brut Chardonnay caiu no gosto dos gringos. Agora é torcer que qualidade e preço estejam juntos aos brasileiros que apreciam esta bebida. Quem ganha? Somos nos os consumidores.
O aclamado tinto Casa Valduga Gran Reserva Cabernet Sauvignon recebeu medalha de prata no Vinalies Internationales 2010 realizado em março na França. Este vinho que também foi premiado neste mesmo concurso em 2007. Neste evento, participou da prova ao lado de outras 3.200 amostras de 39 países. Esta premiação, certamente mostra que além de bons espumantes também temos vinhos que são admirados e respeitados pelos experts de todo o mundo. A premiação Single Vineyard retrata um conceito no qual o vinho deve ser elaborado com uvas colhidas em um só dia e provenientes de um mesmo vinhedo. Parabéns Casa Valduga.sexta-feira, 5 de março de 2010
Villa Francioni - Novo lançamento
A VILLA FRANCIONI LANÇA VF TINTO MAGNUM 2006
Familia Valduga e a gastronomia Italiana
Um pouco da culinária italiana no Vale dos Vinhedos
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Pratos e Vinhos
Os vinhos são servidos durante a refeição e devem acompanhar com propriedade cada prato de uma refeição completa. Alguém já disse que são uma espécie de molho à parte; o vinho adequado valoriza o sabor da comida. Para alcançar esta combinação, os vinhos variam de acordo com o cardápio servido. A inadequação, ao contrário, tanto tira o sabor da comida como também faz o próprio vinho parecer inútil e fora do contexto, e pode, inclusive, produzir náuseas (vinho doce com comida salgada). A combinação de paladar e de propriedades digestivas é, basicamente, que os vinhos tintos combinam com massas e carnes vermelhas, e o branco com peixes, frutos do mar e doces.
Além da combinação, é necessário respeitar também a sucessão dos vinhos: ela é tão importante quanto a combinação destes com o tipo de prato que acompanham. A regra geral é: vinhos brancos, que são mais fracos ou delicados, são servidos (e trazem consigo o prato da combinação) antes dos tintos, que são mais fortes; e na mesma categoria, brancos ou tintos, primeiro os vinhos de menor valor.
Exemplos de sucessão e de combinações que são geralmente aceitas:
2. Entre vinhos brancos, tintos, secos e suaves, que acompanham uma refeição completa, servem-se primeiro os secos brancos, seguidos dos secos tintos e por último os suaves e doces, brancos ou tintos.
3. Quando uma variedade de vinhos estrangeiros é servida em uma refeição, desde que sejam observadas as regras de combinação e sucessão, não existe ordem com respeito a características de nacionalidade. No entanto, se a idéia for servir um vinho nacional e outro importado, é preferível que o nacional seja o branco, e o importado, - pelo fato de se supor que é tão bom que não foi encontrado nenhum nacional que o substituísse -, seja o tinto, pois é regra antiga, como dito acima, que, quanto à sucessão, se serve primeiro os piores vinhos e depois os melhores.
4. O Champagne pode ser servido com todos os pratos da refeição: o chamapagne seco tanto como aperitivo como para acompanhar o primeiro prato e o prato principal, e o champagne meio seco (demi-sec) para a sobremesa.
5. Vinhos rosados podem acompanhar tanto os pratos que pedem vinho branco quanto os que pedem vinho tinto, na suposição de que o vinho rosado escolhido representa uma mescla das propriedades dos dois vinhos. Como tal fusão de propriedades é na realidade difícil de acontecer, na verdade apenas quanto ao aspecto visual ficarão neutralizadas as regras de combinação e sucessão. Isto não é admissível em uma recepção, almoço ou jantar formais.
6. O vinho branco seco é normalmente servido com peixes e ostras, e com as carnes brancas em geral, como carne de vitela, porco e frango. Carnes brancas que sejam produto de caça, no entanto, pedem vinho tinto.
7. O vinho tinto seco é normalmente servido com carnes vermelhas (carne de gado) e com carnes brancas de animais de caça (marreco, lebre, etc.).
8. Os vinhos doces (preferencialmente os meio-doce ou demi-sec, após a parte salgada da refeição completa) acompanham a sobremesa.
9. O vinho do Porto vai bem tanto com a sobremesa quanto com o prato de queijos, que intermedia entre os pratos salgados e a sobremesa.
Pratos e vinhos.
Carnes
Filé (Tenderloin): Pinot Noir, Merlot
Carne moída (Ground Beef. Obs.: Hamburger pode ser mais gorduroso que a carne moída (ground beef) porque pode receber adição de gordura): Merlot, Sangiovese, Syrah, Zinfandel
Perna de carneiro (Leg of Lamb): Merlot, Pinot Noir,Syrah, Zinfandel
Costeleta de carneiro (Rack of Lamb): Pinot Noir, Syrah, Cabernet Sauvignon
Carne assada (ou bife) de cassarola (Pot Roast): Zinfandel, Merlot
Bisteca de boi (Prime Rib): Cabernet Sauvignon, Merlot, Pinot Noir
Rosbife(Roast Beef - carne, preferencialmente filé, contra-filé sem osso ou alcatra, frita na panela ou assada ao forno, com a parte esterna bem tostada mas com o miolo meio cru e sangrento): Merlot, Pinot Noir
Salchicha (Sausage): Sangiovese, Zinfandel, Syrah
Carne defumada (Smoked Meat): Zinfandel, Pinot Noir, Syrah
Bife de lombo (New York Steak): Cabernet Sauvignon, Merlot, Syrah
QUEIJOS
Asiago: Sauvignon Blanc, Semillon, Espumante, Sangiovese
Brie novo (Young Brie): Sauvignon Blanc, Espumante
Camembert: Cabernet Sauvignon, Syrah
Cheddar: Cabernet Sauvignon, Zinfandel
Chevre envelhecido (Aged Chevre): Cabernet Sauvignon, Sangiovese
Chevre novo (Young Chevre): Sauvignon Blanc, Semillon, Syrah, Sangiovese
Creme (Cream): Sauvignon Blanc, Riesling
Feta: Sauvignon Blanc, Semillon, Sangiovese
Gorgonzola: Late Harvest, Port, Syrah
Gouda: Chardonnay, Riesling, Sauvignon Blanc, Semillon
Havarti: Chardonnay, Riesling
Mozzarella: Chardonnay, Sauvignon Blanc, Sangiovese
Parmesão (Parmesan): Cabernet Sauvignon, Sangiovese, Espumante
Port Salut: Chardonnay, Sauvignon Blanc, Espumante
Ripe Brie: Cabernet Sauvignon, Syrah, Zinfandel
Romano: Cabernet Sauvignon, Espumante, Zinfandel, Sangiovese
Roquefort: Late Harvest, Port, Syrah, Cabernet Sauvignon
Stilton: Late Harvest, Port, Syrah
Suíço (Swiss): Chardonnay, Riesling
Tallegio: Cabernet Sauvignon, Syrah, Sangiovese
Triple Cream: Cabernet Sauvignon, Espumante, Syrah
GALINHA
À caçadora (Cacciatore): Sangiovese, Zinfandel
Assada (Baked): Sauvignon Blanc, Semillon, Viognier
Churrascada (Barbecue): Chardonnay, Viognier, Zinfandel
Defumada (Smoked): Riesling, Viognier, Espumante
Frita (Fried): Chardonnay, Sangiovese, Zinfandel
Grelhada (Grilled): Chardonnay, Pinot Noir, Sangiovese, Zinfandel
Refogada (Roasted): Chardonnay, Pinot Noir, Sangiovese, Viognier
CAÇA
Cabeça (Pate): Late Harvest, Merlot, Pinot Noir
Ganso (Goose): Sangiovese, Pinot Noir, Syrah
Pheasant: Cabernet Sauvignon, Chardonnay, Merlot, Pinot Noir
Pato (Duck): Pinot Noir, Merlot, Zinfandel, Cabernet, Sangiovese
Peru (Turkey): Gamay, Gewürztraminer, Sauvignon Blanc, Zinfandel
Peru refogado (Turkey,Roast): Pinot Noir, Chardonnay, Sangiovese
Quail: Chardonnay, Pinot Noir, Sangiovese
Squab: Chardonnay, Pinot Noir, Sangiovese
CAÇA
Cabra (Goat): Cabernet Sauvignon, Syrah, Zinfandel
Venison: Cabernet Sauvignon, Syrah, Zinfandel, Sangiovese
Wild Boar: Merlot, Pinot Noir, Sangiovese
PORCO
Bacon: Cabernet Sauvignon, Syrah
Lombo (Loin): Chardonnay, Pinot Noir, Sangiovese, Zinfandel
Pancetta: Sangiovese,Zinfandel, Riesling
Porco refogado (Pork Roast): Chardonnay, Pinot Noir
Presunto (Ham): Pinot Noir, Riesling, Light Zinfandel
Presunto italiano (Prosciutto): Riesling, Sangiovese, Pinot Noir
FRUTOS DO MAR
Abalone: Sauvignon Blanc, Semillon, Viognier
Bass: Sauvignon Blanc, Viognier
Camarão (Shrimp): Chardonnay,Sauvignon Blanc, Viognier, Riesling
Caranguejo (Crab): Riesling, Chardonnay, Viognier
Ceviche: Sauvignon Blanc, Semillon, Viognier, Espumante
Mariscos/Mexilhões (Clams/Mussels): Sauvignon Blanc, Chardonnay, Espumante
Halibut: Sauvignon Blanc, Chardonnay não envelhecido ("non-oaked")
Lagosta (Lobster): Chardonnay, Viognier
Ostras (Oysters): Sauvignon Blanc, Espumante
Salmão assado (Salmon, Baked): Chardonnay, Pinot Noir
Salmão grelhado (Salmon, Grilled): Pinot Noir, Merlot
Salmão defumado (Salmon, Smoked): Chardonnay, Riesling, Gewürztraminer
Peixe defumado (Smoked Fish): Gewürztraminer, Riesling, Viognier
Peixe espada (Swordfish): Chardonnay, Pinot Noir, Zinfandel
Linguado (Sole): Sauvignon Blanc, Semillon, Espumante
Lula (Squid): Sauvignon Blanc, Semillon
Truta (Trout): Sauvignon Blanc, Viognier, Pinot Noir, Chardonnay
Tuna: Merlot, Pinot Noir, Viognier, Chardonnay
OUTROS
Coelho (Rabbit): Pinot Noir, Sangiovese, Viognier
Pizza: Sangiovese, Zinfandel
Sushi: Sake, Sauvignon Blanc, Espumante
Vitela (Veal): Chardonnay, Pinot Noir, Riesling, Sangiovese, Viognier
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Harmonizando queijos e vinhos

Os vinhos e os queijos estão cada vez mais presentes na mesa dos brasileiros e, para atender essa demanda, já é possível encontrar nos supermercados uma grande variedade dos produtos que, no passado, eram oferecidos somente em casas especializadas.
Para aquecer esse inverno e deixá-lo ainda mais gostoso, o Angeloni preparou uma seleção de queijos e vinhos, junto a uma série de dicas para o consumo, durante a VII Feira de Queijos e Vinhos, que acontece de 03 a 20 de julho, na loja de Curitiba.
Para os apaixonados é preciso entender que a dificuldade na combinação provém das características conflitantes entre os dois alimentos. O queijo tem sabor forte e, em geral, é gorduroso. Além disso, é salgado e pode ser ácido. Já os vinhos podem ficar mais amargos em contato com o sal e têm seu sabor recoberto, se não forem tão ácidos quanto o queijo.
Esta combinação pode ser feita por contraste, como explica Carlos Eduardo, sommelier do Angeloni. “Vinhos doces para queijos de sabor marcante ou similares vão bem, como também vinhos leves para queijos de sabores delicados. O fundamental é o equilíbrio entre ambos, pois os queijos e os vinhos devem se completar e não se sobrepor”.
Algumas dicas de harmonizações:
Queijos macios
Tanto o Brie quanto o Camembert combinam com vinhos brancos com boa acidez como, por exmplo, o Sauvignon Blanc. Outra alternativa é um champagne ou espumante brut, que também farão uma harmonização interessante.
Dica do sommelier: Vinho chileno Montgras Reserva Sauvignon blanc.
Nota: Cor esverdeado brilhante, aromas intensos de maracujá no paladar, apresenta excelente frescor e boa acidez. Temperatura ideal de 8ºC
Queijos azuis
O sabor complexo e picante do Roquefort e Gorgonzola combinam com vinhos doces com açúcar residual da própria uva, como um Sauternes ou Late Harvest.
Dica do sommelier: Vinho francês Sauternes Dela Rougeries.
Nota: Cor dourado brilhante, aromas de mel e geléia de damasco no paladar, é doce com acidez equilibrada. Temperatura ideal de consumo: 8ºC
Queijos semiduros
Queijos como o Emmenthal, o Gruyère e o Queijo-de-Minas curado e semicurado ficam bem com tintos leves, no máximo de médio corpo, sem taninos agressivos.
Dica do Sommelier: Vinho francês Bordeaux Chateau Haut Maginet Tinto.
Nota: Cor vermelho intenso, aromas de frutas vermelhas e especiarias, no paladar é macio e elegante. Temperatura ideal de consumo: 16ºC
Queijos duros
Parmiggiano reggiano ou um Grana padano são, em geral, reservados para a seqüência final, uma vez que com sabor demasiadamente marcante, acabam ofuscando os demais e o casamento ideal são com os vinhos tintos potentes com taninos equilibrados.
Dica do Sommelier: Vinho chileno Cremaschi Furlotti Reserva Syrah.
Nota: Cor vermelho rubi intenso, aromas complexos que lembram especiarias, no paladar é encorpado com taninos macio Temperatura ideal: 16ºC
Acontecendo:
VII Feira de Queijos e Vinhos do Angeloni
O evento reúne 31 expositores, apresentando aos visitantes as melhores marcas de vinhos, grande variedade de queijos nacionais e importados, frios e embutidos, além de gastronomia para harmonização. A feira faz parte das comemorações dos 50 anos do Angeloni e acontece na loja Água Verde (Avenida República Argentina, número 900), de 03 a 20 de julho. De terça a sexta, a feira abre das 16 às 22 horas. Sábados e domingos, das 14 às 22 horas.
Fonte: Rubens Binder - Talk Assessoria de Comunicação
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Vinícolas Brasileiras
Veja no link as vinícolas que elaboram os vinhos brasileiros.
“O vinho é uma substância viva, e tudo que está vivo se modifica, até atingir o seu fim”
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Vem ai novos vinhos da Villa Francioni
Ai galera, será que o preço será salgado quanto ao Joaquim?
Comenta-se sobre um tal de Michelli, com produção restrita de apenas 2.500 garrafas. Este vinho tem como destaque a uva Sangiovese, que é originária da Toscana, mas também tem a uva Cabernet Sauvignon e Merlot.
O nome Michelli é uma homenagem ao pai do Francesco, o primeiro membro da família Francioni a desembarcar no Brasil.
Se a safra 2009 foi extraordinariamente superior às demais, pois foi influenciada pelas condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da uva de forma plena e sadia, provável que esta informação se confirme.
Uma novidade: a última parcela do vinhedo colhido neste ano foi no dia 04 de junho, após uma noite de geada, o que representou a colheita mais tardia do hemisfério sul, um marco da vitivinicultura brasileira, segundo informações.
Assessoria de Imprensa Villa Francioni
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Torrontés - Quara
Importante ressaltar que esta é considerada a uva branca Argentina.
sábado, 1 de agosto de 2009
Por Anna Rita - Da escolha da taça ao cardápio
Algumas perólas do mundo do vinho
Sempre temos novas oportunidades.
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Saiu na revista GUIA DE VINHOS vol.4
Vocês já ouviram falar da Vinícola Villaggio Grando em Água Doce? Pois é, as comparações vão desde a tradição, altitude, as principais uvas, épocas de colheita à vinícolas de destaques e aos vinhos.
Tradição:
Claro que a Serra gaúcha é mais antiga, mas nossa produção inferior a 1 milhão de garrafas, certamente abala o mercado brasileiro.
Altitude:
A serra gaúcha de 400 a 700 metros enquanto que SC até 1.350 metros. Vantagem para o clima frio da Serra Catarinense, pois ele, é fator de extrema importância para a concentração do açúcar nas uvas que origina a formação natural do álcool.
Principais Uvas:
Santa Catarina planta Chardonnay, sauvignon blanc, cabernet sauvignon, malbec, merlot, petit verdot e pinot noir. A serra gaúcha: Chardonnay, riesling itálico, moscato, cabernet sauvignon, merlot, tannat e ancelota.
Época de colheita
Na Serra gaúcha é de janeiro à fevereiro. Desta forma as vinhas passam um ciclo completo no clima temperado enquanto que na Serra catarinense a colheita é de março à inicio de maio, sendo um ciclo mais prolongado fazendo com que a colheita seja efetuada num período que não ocorram chuvas o que diminiu ou elimina as perdas.
A Revista ainda fez uma busca e selecionou segundo os conceitos citados na matéria, blogs nacionais que tratam o assunto Vinho.
Alguns Blogs citados:
GLUPT!
O Tanino
EnoDeco
Vinun Animi Speculum
Blog do Vinho
Enoteca
Papo de Vinho
Alexandra Corvo
Vinho sem Frescura
QVinho
Enoblob
sábado, 13 de junho de 2009
Os segredos do Vinho, por Ana Rita Zainer
Acompanhe.
terça-feira, 9 de junho de 2009
Degustação de Vinhos
Deve-se colocar uma quantidade de vinho correspondente a 1/3 ou, no máximo, metade do volume da taça.
Inclina-se suavemente a taça de modo a melhor visualizar a superfície de vinho a ser observado que se torna elíptica e, portanto, maior.
Contra um fundo branco (uma folha de papel, um guardanapo ou a toalha da mesa) devem ser observados os seguintes aspectos:
1. LIMPIDEZ
Os vinhos de longa guarda, onde os melhores exemplos são os vinhos do Porto Vintage, os grandes Châteaux de Bordeaux e Barolos, com o tempo, vão formando depósitos no fundo da garrafa e, se agitados, dispersam-se no vinho. Exceção feita a esses vinhos, todo vinho correto deve apresentar-se límpido, isto é, sem partículas em suspensão e sem depósito. A presença dessas partículas, geralmente, indica que o vinho é mal feito ou está deteriorado.
2. TRANSPARÊNCIA:
Um vinho correto não pode estar turvo, deve apresentar-se transparente. Isto pode ser constatado colocando-se por baixo da taça um papel contendo texto. Observando-se através do vinho deve-se conseguir ler a palavra. Vinhos deteriorados geralmente ficam turvos.
3. BRILHO:
As características de limpidez, viscosidade e transparência reunidas causam reflexos intensos nos vinhos, os quais podem apresentar um aspecto brilhante. Em princípio, não é um sinal absoluto de qualidade, mas os grandes vinhos em geral apresentam brilho intenso.
4. VISCOSIDADE:
Todo vinho deve apresentar viscosidade, que é uma certa aderência do líquido nas paredes da taça, Quando é agitada e colocada em repouso, o vinho escorrerá da parede da taça, lentamente, em filetes, denominados lágrimas, pernas ou arcos. A formação das lágrimas é devida à tensão superficial e evaporação de álcoois do vinho, especialmente o glicerol (também chamado glicerina). Um vinho com pouca densidade é um vinho "aguado", escorre rapidamente nas paredes da taça, o que indica que esse vinho terá pouco corpo, e não terá na boca aquela sensação aveludada.
5. GÁS:
A maioria dos vinhos no mundo são vinhos "tranqüilos", isto é, sem gás. Somente os vinhos espumantes (Champagnes, Asti, etc.), e os frisantes (Frascati, Lambrusco, Vinhos Verdes portugueses, etc.) devem apresentar gás carbônico, observável na taça.
6. COR:
A cor de um vinho deve ser examinada cuidadosamente, pois fornece informações importantes sobre o vinho. Depois da observação geral da cor, inclina-se a taça, e examina-se a superfície do vinho que tem forma elíptica.Poderão ser identificadas duas regiões: a região central ou olho onde a cor é mais concentrada, e a borda periférica ou anel que tem cor menos concentrada, pois o volume de vinho é menor nessa região e a cor fica esmaecida.
Com o envelhecimento, os vinhos tintos vão tomando tonalidade alaranjada e chegam até à cor de tijolo. Embora o olho possa ainda estar vermelho intenso, a mudança começa a ser percebida no anel. Já nos brancos o envelhecimento provoca mudança de cor amarelo palha para dourado.
RESUMO DAS PRINCIPAIS VARIAÇÕES DE COR
TINTOS JOVENS: De violeta pálido a rubi intenso
TINTOS MADUROS: De rubi pálido com reflexos alaranjados a marrom tijolo (âmbar)
BRANCOS JOVENS: De amarelo palha com reflexos esverdeados ou com reflexos dourados
BRANCOS MADUROS: De levemente dourado a intensamente dourado
ROSÉS JOVENS: De rosa claro à rosa escuro
ROSÉS MADUROS: De rosa escuro com reflexos dourados até ambar
A manifestação sensorial mais encantadora do vinho são seus aromas. Encerrado na garrafa por meses, anos, décadas, o vinho se desenvolve, evolui, como um ser vivo desenvolve seu metabolismo químico de forma cada vez mais rica e surpreendente.
A principal característica dos grandes vinhos, que os diferenciam dos vinhos mais simples, é sua capacidade de evoluir e desenvolver esse maravilhoso conjunto de aromas que encanta nossa mais rica percepção, o olfato.
O sentido do olfato é percebido na cavidade nasal, numa pequena área da mucosa, de poucos milímetros de extensão, onde se localizam as células nervosas responsáveis pela captação dos estímulos olfatórios.
O exame olfatório é realizado colocando-se o nariz junto à boca do copo e cheirando vigorosamente, de preferência alternando-se as narinas direita e esquerda.
OS AROMAS
1. QUALIDADE:
A primeira coisa que se deve observar é se os aromas do vinho são agradáveis ou não. Aromas desagradáveis significam que o vinho é mal feito, de má qualidade ou está deteriorado.
2. INTENSIDADE:
Um bom vinho deve ter aromas facilmente perceptíveis, embora não necessariamente intensos. Os vinhos inferiores são fracos em aromas. Os grandes vinhos têm aromas intensos ou sutis porém complexos
3. CLASSIFICAÇÃO:
Para padronizar a degustação, classificamos os aromas em grupos, devido à sua origem no metabolismo do vinho e suas características nítidamente diferenciadas.
3.1 Aromas Primários
São aromas provenientes das uvas. Geralmente não persistem no vinho, já que durante a fermentação, além dos produtos finais (álcool e CO2), formam-se muitas substâncias secundárias aromáticas que mascaram os aromas da uva. Em vinhos provenientes de uvas muito aromáticas, como a Moscatel e a Gewürztraminer, o aroma primário dessas uvas pode ser encontrado.
3.2 Aromas Secundários
Em geral, são provenientes de muitas substâncias formadas durante o processo de fermentação. Constituem os aromas predominantes nos bons vinhos. O mais comum é o do álcool.
BRANCOS - Os vinhos brancos e rosés geralmente lembram frutas frescas (maçã, abacaxi, pêssego, pêra, etc.), flores (rosa, cravo, jasmim, etc.) e às vezes, aromas mais complexos: aromas adocicados (compota, mel, melado, etc.), aromas vegetais ou herbáceos (feno, grama, hortelã, menta, etc.) e minerais (petróleo, etc.).
TINTOS - Nos vinhos tintos, em geral, encontramos aromas de frutas vermelhas (cereja, amora, groselha, cassis, etc.), de frutas secas (ameixa, avelã, amêndoa, nozes, passas, etc.), de especiarias (pimenta, canela, baunilha, noz moscada, orégano, tomilho, alcaçuz, anis, etc.) e vegetais ou herbáceos (feno, grama, hortelã, menta, etc.), aromas animais (couro, suor, etc.), aromas empireumáticos (torrefação, tostado, defumado, tabaco, café, chocolate, açúcar-queimado, etc.), aromas de madeira (baunilha, serragem, etc.), aromas adocicados (compota, mel, melado, etc.), aromas químicos e etéreos (acetona, álcool, enxofre, fermento, pão, leite, manteiga, etc.) e muitos outros aromas!
3.3 Aromas Terciários
Representam, na realidade, o conjunto dos aromas anteriores, somados aos aromas mais complexos, originados durante o amadurecimento do vinho na barrica de madeira e/ou ao seu envelhecimento na garrafa. São aromas ditos "evoluídos" e constituem o chamado buquê que existe nos bons vinhos tintos e em alguns brancos de excepcional qualidade.
O EXAME GUSTATIVO
Realiza-se colocando um gole não exagerado de vinho na boca e deixando-o girar lentamente no seu interior, de modo a permitir que ele entre em contato com as regiões da lingua que são diferentes em relação à percepção dos sabores. Um bom vinho deve ter sabores agradáveis de boa intensidade e compatíveis com o tipo de vinho. Por exemplo, em um vinho seco não se espera encontrar sabor doce.
1. PERCEPÇÃO DOS SABORES
DOCE: Os receptores gustativos para o sabor doce estão na extremidade anterior da língua.
ÁCIDO: É percebido nas porções laterais da língua. É mais acentuado nos vinhos jovens do que nos velhos e mais nos brancos do que nos tintos.
AMARGO: Percebido na região posterior da língua, deve estar presente, mas não muito intenso a ponto de ser desagradável.
SALGADO: Não deve existir no vinho, mas, em certos vinhos de aromas minerais, percebem-se sabores também minerais ou metálicos que lembram o salgado. Esta característica denominamos SAPIDEZ do vinho.
2. O "TATO"
Na realidade não se trata de tato, tal como é percebido na pele, mas sim de sensações decorrentes de estímulos mecânicos ou químicos que são percebidas na língua e assim definidas:
CORPO: É a sensação de opulência provocada pelo vinho à boca. Vinhos de bom corpo ou encorpados são vinhos untuosos na boca e nos dão a sensação de que poderíamos mastigá-lo. Vinhos de pouco corpo ou "magros" são vinhos "aguados". O glicerol é um dos componentes do vinho que mais contribui para dar essa estrutura ao vinho.
ADSTRINGÊNCIA (TANICIDADE): É a sensação de "travo" ou secura da boca, semelhante à de se comer uma banana ou um caqui verde. É provocada pelos taninos do vinho que se combinam com as proteínas enzimáticas da saliva e não as deixa agir, gerando a sensação de boca seca.
GÁS CARBÔNICO: Só deve ser percebido nos vinhos espumantes e frisantes e na boca, causa a "efeito agulha", isto é, como se houvessem agulhas picando a língua.
TEOR ALCOÓLICO: É percebido porque o álcool confere uma sensação de calor à boca. Quanto mais álcool no vinho mais intensa será a sensação de calor percebida.
TEMPERATURA: A sensação da temperatura em que o vinho é servido é, logicamente, percebida.
EQUILÍBRIO: É a harmonia entre acidez, doçura, amargor, sapidez, tanicidade e teor alcoólico. Em um vinho equilibrado nenhum desses aspectos gustativos sobressai entre os demais, causando uma sensação complexa e agradável. Podem-se ter vinhos equilibrados em suas características fracas, médias ou intensas, simples ou complexas, resultando em vinhos pequenos, honestos, bons, muito bons ou grandes.
RETROGOSTO ou AROMA DE BOCA:
É a sensação olfatória percebida ao aspirar o ar com o vinho ainda na boca, ou ao fungar depois de engolir o vinho, de modo que aromas desprendidos sejam levados da orofaringe até cavidade nasal onde serão sentidos na área olfatória.
PERSISTÊNCIA:
É o tempo de duração da sensação de retrogosto. Vai de 0 a 3 segundos nos vinhos inferiores, ditos curtos; de 4 a 7 segundos nos vinhos médios e acima de 8 segundos nos bons vinhos, denominados longos.
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Iº Ranking de Espumantes Nacionais
Segundo alguns, o Iº Ranking de Espumantes Nacionais promovido pela revista Playboy vai dar o que falar... Sabe porque?O segundo lugar, ao contrário, não teve surpresa, coube a um espumante campeão na lista dos nacionais mais admirados e que sempre agrada, o Excellence Par Chandon.
terça-feira, 8 de julho de 2008
Eu já sabia. Contador é bom!




Pensei que contador fosse mais comum!
Bons exemplares...
sábado, 16 de fevereiro de 2008
Temperatura dos vinhos
Qual a influência da temperatura no gosto do vinho que você toma? Você tem idéia?O vinho sofre mais com o calor do que o frio. Um vinho servido muito fresco pode se reaquecer rapidamente, seja pelo calor do ambiente, seja pelo calor das mãos. Mas um vinho servido em temperatura muito elevada é díficil de refrescar, e o prazer de bebê-lo corre o risco de ser completamente arruinado.
Temperatura ambiente
A temperatura ambiente de que se fala é a européia, que na maior parte do ano não ultrapassa 20ºC ou 22ºC e acaba coincidindo com as temperaturas ideais para degustação de vinhos tintos. Acima dessa temperatura o álcool do vinho começa a evaporar, o que desequilibra a bebida, libera um aroma agressivo de álcool e o vinho perde a sensação aromática da fruta.
Sabemos que o calor permite que o buquê agradável do vinho se mostre. Os aromas variam de um vinho para outro, por isso servi-lo na temperatura certa, estaremos dando a oportunidade de o vinho poder dar o melhor de si.
Como o calor acentua a acidez, os vinhos brancos devem em geral ser servidos frios para ter menor dureza. Quando a garrafa está fresca, a acidez se alia à fruta do vinho e o torna agrável e refrescante, algo que se pode esperar de qualquer vinho branco.
Importante: Existe uma temperatura mínima limite para todos os vinhos. Abaixo de 6ºC anestesiam-se as papilas gustativas.
Fonte: Larousse do Vinho
Não há um consenso absoluto entre enólogos e especialistas sobre as melhores temperaturas de servir os vinhos. No entanto, baseando-se em princípios científicos e nos valores médios sugeridos por enólogos renomados, sugere-se, para otimizar a percepção da qualidade, servir os vinhos nas seguintes temperaturas:
20º Tintos bastante estruturados, longamente envelhecidos e complexos
18º Tintos estruturados e envelhecidos, Porto Vintage e LBV
17º Tintos de média estrutura e de elevada qualidade
15º Tintos jovens e com pouco tanino, frutados e leves
12º Licorosos tintos, Porto Tawny e Ruby, Madeira, Sauternes e Colheita Tardia
11º Brancos Secos de elevada qualidade e complexidade, Vinhos Rosados
10º Champagnes envelhecidos e de elevada qualidade, Málaga, Porto Branco, Sherry
9º Espumantes Extra-Brut, Brut mais evoluídos e complexos, Vinhos Brancos Secos
8º Espumantes Brut e Prosseco, Vinhos Brancos aromáticos Secos
7º Vinhos Brancos Doces
6º Espumante Demi-Sec e Seco
5º Moscatel Espumante e Asti Spumante
Fonte: Mauro Celso Zanus
zanus@cnpuv.embrapa.br
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