terça-feira, 31 de julho de 2012

Encontro 25/07/2012

Iniciamos com uma degustação de azeites, diferente porém especial para este encontro.
Especial por que a convite do Will, que gentilmente nos acolheu em seu estabelecimento comercial, fazendo com que nos sentissimos em casa, nos encontramos mais uma vez para fazer o que realmente gostamos. Harmonizar.
Diferente por termos desafiado o Demetrius da Nostra Adega para nos preparar um Ossobuco.
Era noite de Figueirense x Internacional e o internacional levou a melhor, vencendo o jogo por 2 dois a Zero.

Ingredientes de sobra para harmonizações.
Para acompanhar o maravilhoso ossobuco, spaghetti, arroz e salada, os amigos não perderam tempo e mandaram bem na escolha dos vinhos. Um melhor que o outro.. hehehe.

Produtor: Tomero ( Carlos Pulenta)
Safra: 2009 Variedade: Cabernet Sauvignon
Uma Descrição do produto: Cor vermelho rubi. Aroma apresentando frutas vermelhas, considerado complexo. Em boca, possui uma doce entrada com taninos estruturados, final persistente. O vinho é 80% envelhecido em tanques de aço inoxidável e 20% em barricas de carvalho francês durante 8 meses. Após este período é engarrafado e envelhecido por 6 meses antes de ser lançado no mercado.

Vistalba - O mesmo produtor do Tomero. Safra 2009 - Corte C.
Composição do corte:  Malbec, Cabernet Sauvignon e Bonarda
Produzido em Lujam de Cuyo, mas especificamente em Mendonza - Argentina, e vocês sabem que lá os invernos são realmente frios e os verões quentes, com isso temos temperaturas quentes durante o dia mas com a chegada da noite ficam temperaturas mais frescas. Há informações de que as variações de temperaturas do dia para a noite chegam a 60° F, o que acaba valorizando ainda mais a cor e o tanino. Cerca de 20% deste vinho é envelhecido por 12 meses em barricas de carvalho francês e mais 6 meses em garrafa, antes de serem comercializados. Apresentava notas de frutas vermelhas e frutas secas e toques de eucalipto.
Erasmo -  Chileno da safra de 2007 - A sétima edição deste vinho.
Composição do corte:: 60% Cabernet Sauvignon, 10% Cabernet Franc e 30% Merlot
Fermentado em tanques de aço inoxidável, passa uns 6 meses em barricas de carvalho francês e mais 18 meses em madeira, preservando a tipicidade do vinho, ainda passando mais 12 meses engarrafados para estabilização antes de ser comercializado. Não foi considerado o melhor, tanto pela complexidade de aromas e pelos taninos ainda muito presentes. Caberia para este vinho, certamente decantá-lo por pelo menos uma hora.




 
Saboreiem do amor tudo o que um homem sóbrio saboreia do vinho, mas não se embebedem. " Louis Charles Alfred de Musset"

 
Pra esclarecer:
Especiarias, palavra citada em um dos vinhos acima:
- Canela; - Pimenta do reino; - Gengibre; - Cravo; - Açafrão; - Anis estrelado; - Alcaravia; - Baunilha; - Cardamomo; - Endro; - Funcho; - Piripiri; - Tamarindo;  - Zimbro; - Noz-moscada; - Mostarda; - Macis; - Garam masala; - Cominho; - Coentro; - Curcuma, dentre outras.

O termo especiaria ou espécie, designou diversos produtos de origem vegetal (flor, fruto, semente, casa, caule, rais) , de aroma ou sabor acentuados. Isto deve-se à presença de óleos essenciais. O seu uso distingue-as das ervas aromáticas, das quais são utilizadas principalmente as folhas.
Até nosso próximo encontro.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Vinho um pouco mais de conhecimento.

O vinho é o produto obtido pela fermentação alcoólica da uva madura. Verificamos assim, que ele é o resultado de uma atividade biológica exercida pelo Sacharomyces cereviseae ellipsoideus, que atuando sobre o açúcar da uva (glicose e frutose) o transforma em álcool e gás carbônico. Como sub-produto dessa fermentação, encontra-se a glicerina, ácido succínico, ácido acético e outros alcóois e aldeidos.



COMPOSIÇÃO DO VINHO


O vinho é composto por água, açúcares, álcoois, ácidos voláteis, compostos fenólicos, terpenóides, aldeídos, cetonas e ésteres, substâncias nitrogenadas, ácidos graxos, carboidratos e outras substâncias.

Água


É o maior componente do vinho, contribui com cerca de 85 a 90% de seu volume.

Açúcares


É um componente sempre presente, mesmo em vinhos extremamente secos. O teor de açúcar do vinho varia de 5 a 30% em função de vários fatores, principalmente da quantidade de açúcar provinda da uva utilizada para fabricação do mesmo.
Os açúcares redutores são basicamente pentoses. Os vinhos fermentados completamente, sempre apresentam uma fração de grama de frutose e um pouco de glicose; nos vinhos tintos, a glicose provém também, da hidrólise de certos glicídios durante a conservação. As quantidades de Glicose e frutose na uva variam de 7 a 15% e outros açúcares como a Arabinose e a Xilose podem ser encontrados em quantidades infinitesimais.[2]
A Legislação Brasileira, conforme portaria n° 229, de 25 de outubro de 1988, define os teores de açúcar para os vinhos:
à Secos: < 5g/L;
à Meio secos: 5 a 20 g/L;
à Suaves e doces: > 20 g/L.

Álcoois


O álcool constituinte do vinho é basicamente o álcool etílico e é o segundo mais importante depois da água. Representa em volume cerca de 5,5 a 17% do vinho e é formado a partir da fermentação do açúcar por levedura ou bactéria específicos, que serão abordados mais adiante.
Admite-se que o grau alcoólico dos vinhos varia entre 9º GL e 15º GL, onde o álcool etílico representa de 72 a 120 g/L, glicerol (5 -10 g/L) e outros álcoois (Metanol, isopropil, etc) em quantidade inferiores a 5 g/L. [2]
É de vital importância para os vinhos, tanto para sua longevidade como para sua qualidade, suas propriedades antissépticas ajudam a inibir o crescimneto de bactérias.
            Considerando a parte bioquímica para o cálculo do teor de álcool fermentado a partir de açúcar tem-se:
à  Para 17g de açúcar são transformados 1°GL juntamente com 1,5 Cal de energia e 4 litros de CO2.
Como o teor alcoólico do vinho tinto, por exemplo, é de 11 a 13 °GL, tem-se, por regra de três:
            à 187 a 221g de açúcar transformam em 11 a 13 °GL de álcool, juntamente com 16,5 a 19,5 Cal de energia e 44 a 52 litros CO2.


Ácidos


Os ácidos contidos no vinho podem ser provenientes da uva (tartárico, málico e cítrico) ou provenientes da fermentação (succínico, lático, acético, butírico, fórmico, propiônico, carbônico) e está presente numa quantidade que varia de 5 a 7 g/L, o equivalente a 1 - 8% em volume. O ácido tartárico é o que se sobressai e equivale a 50 a 90% dos ácidos na fruta. O ácido málico contribui com 10 a 40% e o ácido cítrico 0 a 5%.
Os ácidos orgânicos encontram-se nos vinhos sob dois estados: a maior parte na forma livre e constitui acidez total e a outra parte na forma combinada ou salificada com as bases do vinho, sendo determinada pela alcalinidade de cinzas. O conteúdo de ácidos tituláveis, expressa em ácido tartárico, oscila entre 5,5 e 8,5g/l. Um vinho pobre em ácidos perde o sabor de maneira a ficar “enjoativo”, ao passo que, com excesso de ácidos fica “desequilibrado”. [2]

Compostos Fenólicos


Essas substâncias são constituídas de cinco grupos químicos: antocianinas, flavonas, fenóis-ácidos, taninos condensados, taninos catéquicos. Elas conferem aos vinhos a coloração e grande parte do sabor. Os gostos de vinhos tintos e brancos são diferenciados pela presença de compostos fenólicos em proporções mais elevadas nos primeiros. O total de substâncias fenólicas nos vinhos brancos é < 350 mg/L e nos tintos até 3.000 mg/L. [2]

Terpenóides


Estudos sugerem que grande parte da expressão sensorial do “bouquet” do vinho se deve à presença de compostos terpenóides ou monoterpenos. Os terpenos estão principalmente nas cascas e, na maioria das vezes, ligados covalentemente a açúcares. A relação entre as quantidades de cada terpeno em um vinho pode servir para se descobrir a variedade da uva utilizada. Hoje, conhecem-se cerca de 50 monoterpenos que, comumente, aparecem nos vinhos. Os mais abundantes são o linalol, geraniol, nerol alfa-terpineol e citronelol. Os terpenos pertencem aos constituintes secundários das plantas. Estes compostos não sofrem alterações durante as fermentações no vinho: portanto eles são, de fato, características do vinho, que vem da variedade de uva escolhida.

Aldeídos, Cetonas e Ésteres


Os aldeídos são compostos orgânicos que resultam da oxidação parcial de álcoois primários, as cetonas são formadas pela oxidação dos álcoois secundários e os ésteres resultam da combinação de ácidos e álcoois.
O teor de acetaldeído indica o grau de aeração em que foi submetido o vinho. No vinho tinto sua concentração é bem mais reduzida que no branco, devido a presença de vitaminas e antocianinas. [2]
Os ésteres são normalmente formados durante a fermentação pelas leveduras, pelas bactérias lácticas e acéticas durante o envelhecimento na madeira ou na garrafa e são provenientes dos ácidos acéticos, tartárico e málico. O significado dos ésteres no aroma e buquê de vinhos é bastante controverso, pois, quando em baixa concentração é considerado como constituinte favorável ao aroma do vinho, no contrário pode deixar aroma desagradável ao mesmo. [2]

Substâncias Nitrogenadas


A importância das substâncias nitrogenadas no gosto do vinho é reduzida, porem, é muito importante como substância nutritiva indispensável a leveduras e bactérias. Entre elas estão as proteínas, os polipeptídios e os aminoácidos. [2]
Os amino-ácidos representam a mais importante forma de compostos nitrogenados nos vinhos. Devido ao seu caráter polifuncional, os amino-ácidos possuem uma grande reatividade química com respeito a compostos carbonilados - particularmente com açúcares, de acordo com a reação de Maillard, que leva a compostos alfa-dicarbonílicos, que são frequentemente encontrados no vinhos após as fermentações alcóolica e malolática.
            Os amino-ácidos têm grande importância no sabor do vinho por agregarem aromas como o de pipoca, nozes, defumado e enxofre. Por isso o controle rigoroso da quantidade de amino-ácidos e os caminhos metabólicos sofridos por eles no processo da fabricação do vinho é extremamente importante, pois um descontrole levaria a perda de qualidade olftativa da bebida. Eles atuam como precursores de diversos outros compostos flavorizantes. A formação destes produtos depende muito de diversas variáveis as quais o vinho pode ser submetido, como pH, temperatura, concentração de dióxido de carbono, exposição ao oxigênio e tempo de envelhecimento.

Ácidos Graxos

   
            Os ácidos graxos no vinho têm origem nos tecidos das uvas, porém, a maior parte é formada durante a fermentação alcoólica, uma vez que ácidos graxos podem ser liberados pelos fermentos. Estes compostos ocorrem, no vinho, de duas formas: livres ou ligados, principalmente sobre a forma de etil ésteres, uma vez que etanol é o álcool mais abundante neste ambiente. Os ácidos graxos contribuem muito para o sabor do vinho: os ésteres de ácidos graxos possuem fortes aromas e odores característicos e os ácidos graxos livres são precursores de aldeídos e álcoois de seis carbonos, que possuem sabor herbáceo. Eles também contribuem para a estabilização e formação da espuma em vinhos espumantes. (E. Pueyo et al.,1989)

Carboidratos

  
É natural encontrar muitos carboidratos no vinho pelo fato de ele ser feito a partir de um vegetal. Existem muitas substâncias desta classe na bebida: tanto sacarídeos como polissacarídeos (celulose, hemicelulose e xiloglucana); glucosídeos ou poli-sacarídeos peptídicos (homogalacturonana). Os glucosídeos são fonte potencial para compostos flavorizantes, pois, embora não tenham odor, podem vir a liberar, mediante ação enzimática, álcoois e açúcares que contém odor e aroma característicos. (Hewitt et al.,1956)


Outras Substâncias


Outras substâncias estão presentes no vinho em pequenas quantidades, porém, não deixam de ter seu valor. São elas:
à Glicerina: importante subproduto da fermentação, transmite ao vinho sensação de doçura e maciez.
à Vitaminas: A, C, B1, B2, B6, Biotina, Niacina, Inositol e Ác. Pantotênico.
à Sais minerais: Na, K, Cl, Ca, Mg, Fe, Mn, Cu, Zn, Cr, Si, I, B, Mo, Ti, V.
à Conservantes: P-V (SO2 ou anidrido sulfuroso), P-IV (sorbato de potássio).
Os padrões de identidade e qualidade para o vinho de acordo com a Lei 7678, de 08/11/1988 pode ser encontrado no quadro abaixo, onde se encontram os limites analíticos dos principais componentes do vinho de mesa a título de  exemplificação.

Quadro 2 - Limites Analíticos dos Principais Componentes do Vinho de Mesa:

Componentes do vinho tinto
Máximo
Mínimo
Álcool etílico em graus GL a 20oC
13,000
10,000
Acidez total em meq/l
130,000
55,000
Acidez volátil corrigida em meq/l
20,000
-
Sulfatos totais em g/l de sulfato de potássio
1,000
-
Anidrido sulfuroso total em g/l
0,350
-
Cloretos totais em g/l de cloreto de sódio
-
0,200
Cinzas em g/l
-
1,500
Relação álcool em peso-extrato seco reduzido


Para vinhos tintos comuns
4,7
-
Para vinhos tintos finos de Vitis vinifera engarrafado na origem
4,8
-
Para vinhos rosados
6,0
-
Para vinhos brancos
6,5
-





















 Fonte: União Brasileira de Vitinicultura – Uvibra, Instituto Brasileiro do Vinho – Ibravin in MELLO, L. M. R. Produção e comercialização de uvas e vinhos: panorama 2003.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Classificação dos Vinhos Franceses

Vejam só. Abaixo temos as classificações dadas aos vinhos na França.

• Vins de table - Vinhos de mesa
Constituem a maior parcela de vinhos da França: 55% da produção total. No entanto, são os vinhos de menor qualidade e não podem conter no rótulo o nome de nenhuma região, sub-região ou vinhedo específico, mas apenas a expressão Vin de France.
• Vins de Pays - Vinhos Regionais
São vinhos de qualidade superior à dos vinhos de mesa, elaborados segundo regras restritas e provenientes de regiões não AOC pequenas, como departamentos ou províncias, distritos, zonas ou comunas, cujos nomes lhe conferem uma denominação específica. Correspondem aproximadamente a 15% da produção total dos vinhos franceses. Existem cerca de 150 regiões diferentes de vin de pays espalhadas por todo o país, mas a maioria (85%) é proveniente do sul do país, especialmente na costa mediterrânea sul, também conhecida como Midi.
• Appellation d’Origine Vins Délimités de Qualité Supérieure (AOVDQS)
Vinhos Delimitados de Qualidade Superior - Constituem o segundo grau na hierarquia de qualidade. Provêm de 22 regiões vinícolas também delimitadas, mas de menor prestígio do que as AOC e representam 1% dos vinhos franceses.
• Vins de Appellation de Origine Contrôlée (AOC)
Vinhos de Denominação de Origem Controlada - São os vinhos de melhor qualidade, provenientes de áreas específicas que podem ser grandes regiões, sub-regiões menores, comunas, cidades e, até mesmo, um único vinhedo. Existem ao todo 357 AOC que, no entanto, correspondem a apenas 29% da produção total do país.
• Existe também a denominação Vins de Qualité Produits dans une Region Déterminé (VQPRD), isto é, Vinhos de Qualidade Produzidos em uma Região Determinada. Ela foi criada pela Comunidade Econômica Européia (CEE) para os vinhos de melhor qualidade dos seus países membros. Na França, a VQPRD engloba os vinhos dos tipos AOVDQS e AOC, citados anteriormente.

Essas classificações todas, se justifica pela história da França no mundo do vinho e também por suas regiões produtoras.
França possui as seguintes regiões vinícolas:
L`Est
Savoie

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Encontro 28/06/2012

Realizado nas dependências do meu cantinho restaurante, gentilmente cedido pelo proprietário Fabricio, nossa turma se reuniu com o objetivo de saborear uma paleta de ovelha e degustar mais bons vinhos.
Preparada com carinho, para este encontro que contou com a presença de:
Fabricio do Meu Cantinho, Darley, Rodrigo, Will, Ivanir, Aloisio, Stenio, Humberto, Ivan, Elton e Amaral além de um visitante Jacy, que só apareceu para dar uma "beliscada na ovelha e tomar uns goles".

Nesta noite foram degustados 3 vinhos tintos e um de sobremesa.

Monte das Servas Escolha Tinto
- Vinho Português
Safra 2007
produzido com uvas do alentejo, mais especificamente um corte ( 40% aragonez, 25% Alicante Bouschet, 20% Trincadeira e 15% de Cabernet Sauvignon)
- 14% de teor Alcoólico.
Um vinho regional Alentejano.
Quinta do Judeu -  Corgo da Régua
- Produzido no Douro - PT
Safra 2007
As castas utilizadas para a vinificação foram: Touriga nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinta Barroca.
13% de graduação
Acrescentar que este vinho foi filtrado e passou por um estágio de 6 meses em garrafa antes de ser comercializado.




O que falar do terceiro vinho que foi certamente o mais comentado, pela sua complexidade de aromas.
Este vinho associa a sua qualidade ao nome dos monges Cartuxos, que desde 1587 levam uma vida solitária de oração no convento em Évora. Este vinho foi produzido pela primeira vez em 1987, ou seja, tem 25 anos.Com classificação DOC do Alentejo - cidade de Évora.
Produzido com as castas: Araganez, Alicante Bouschet e Trincadeira
14% de teor alcoólico
Safra de2008
Fermentado em cuba de inox - estagiou por 12 meses em tóneis e barricas de carvalho francês e 8 meses em garrafa.


Vinhos da Noite no meu cantinho
Encerrando a noite, um presente. ICEWINE - Niagara on the Lake - so Canada
Chateau des charmes - Safra 2008
Docinho, docinho.......9,5% de teor alc/Vol.


quarta-feira, 27 de junho de 2012

Encontro 24/05/2012

Noite do Luigi Bosca - Aniversário do Ivanir
Fugindo dos nossos tradicionais encontros, neste dia  foi possível  juntar uma porção de Luigi Bosca e uma porção de amigos.

Você nota que este nosso encontro ocorreu numa festa de aniversário. Ivanir (aniversáriante) e Rodrigo Baron (Anfitrião) que juntos proporcionaram este momento com amigos, esposas e confrades.

A bóia, estava boa mesmo. Não teve quem não quiz repetir.
Os ingredientes para preparar esta maravilha:
500 gr. alcatra
500 gr. pinhão cozido
300 gr. bacon em fatias
200 gr. salame tipo italiano
04 tomates maduros picados
01 cebola grande picada
200 gr. pimentão vermelho picado em cubos pequenos
01 lata milho verde
sal, manjericão e pimenta do reino a gosto.

Modo de preparar:
Frite o bacon e reserve.
Na gordura do bacon, frite ligeiramente o salame e reserve.
Ainda na gordura do bacon, frite aos poucos a carne e reserve.
Feito isso, refogue a cebola até dourar. Acrescente o tomate, o pimentão e deixe formar um molho grosso. Se necessário, acrescente um pouco de água. Após o molho estar no ponto, retorne a panela o bacon, o salame e a carne. Acidione o pinhão, o milho verde e os temperos a gosto.
Deixe cozinhar por mais 30 min. e bom apetite!  

Péricles e Jacy

O Cozinheiro em questão ( Péricles ) ficou de encaminhar a receita do entrevero de pinhão, porem até esta data ainda não chegou. Deve ter se perdido pelos pagos de Lages.
Comemorando

Festejamos com o aniversariante na Noite do Luigi Bosca.
 Já que a noite foi do Luigi Bosca, vamos mostrar como a familia Arizu,  se distribui pelo mundo.

LUIGI BOSCA NO MUNDO

América do Sul (Bolivia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Perú e Uruguai

Central America (Aruba, Costa Rica. El Salvador, Guatemala, Panamá, Porto Rico, República Dominicana, St. Bart, St. Tomas)

Família Arizu

Fundada em 1901 por Don Leoncio Arizu, a Adega Luigi Bosca conta com uma extensa trajetória na indústria vitivinícola nacional.

Dirigida atualmente pela terceira e quarta geração, constitui uma das poucas adegas que, através das décadas, permanece nas mãos da família fundadora e que, pelo seu prestígio, se converteu em um paradigma do vinho argentino.

Os Arizu trabalharam desde sempre na busca da máxima expressão do vinho argentino foram protagonistas das grandes mudanças da indústria vitivinícola nacional. Os pilares sobre os quais lograram consolidar a sua trajetória foram a expansão a nível internacional, o seu prestígio baseado na experiência transmitida através dos anos, a constante e homogênea qualidade nos vinhos e uma busca permanente da excelência mediante a inovação, o dinamismo e a tecnologia de avançada.

Como uma homenagem a essa terra e às pessoas é que se dedicaram, durante 110 anos a interpretar a intenção da videira. A paixão de quatro gerações de uma mesma família, expressada na coleção da Adega Luigi Bosca, demonstra o resultado de um esforço ambicioso concebido faz vários anos: o desejo de poder expressar a versão mais acabada da essência mesma do vinho argentino.


A História. Tradição e prestígio.

A Adega Luigi Bosca é líder no segmento de vinhos no mais alto nível.

A inovação permanente e o seu espírito de trabalho, permitiram alcançar a sua expansão internacional desenvolvido fortemente nos últimos 15 anos, oferecendo uma coleção de vinhos com personalidade e estilo próprios, que expressam as melhores características do terroir e representam o estilo da região, a sua cultura e a sua gente.

Luigi Bosca colaborou ativamente na fundação da primeira DOC no nosso país em 1989, a Denominação de Origem de Luján de Cuyo, equiparando-se com orgulho a outras DOC do mundo.

Os Arizu vêem com orgulho a sua tradição centenária. A família trabalhou ativamente melhorando a técnica, a observação e a compreensão da natureza para dar origem à sua visão do vinho. É assim como nasce o compromisso de melhorar colheita trás colheita e de entender aos que escolhem os seus vinhos.

O Presente. Antecipação e Desafio.
O futuro da Adega Luigi Bosca é um desafio e o presente transcorre na combinação do trabalho diário com a construção de novas ideias, pensando com antecipação.

Assim é a Adega Luigi Bosca, assim a concebe a família Arizu, e é assim como a história, para eles, começa todos os dias porque aqui, o passado é sempre prólogo.

A Luigi Bosca conta com 7 fincas na província de Mendoza: Los Nobles, La Linda, La España, Don Leoncio, El Paraíso, La Puntilla e Los Miradores. Ao todo são mais de 700 hectares dedicadas ao cultivo, estudo e entendimento da videira. As diferentes variedades que se coletam nestas fincas, foram trazidas da Europa na última década do século XIX. Portanto, as videiras de hoje são o resultado da seleção do melhor daqueles antigos vinhedos familiares, os quais sofreram um processo muito lento de aclimatação às duras exigências do meio. Durante esse período, foram se favorecendo numerosos entrecruzamentos e mudanças, que reforçaram o caráter único e pessoal destes vinhedos.

A adega exporta anualmente a 50 países, entre os que se salientam os Estados Unidos, o Brasil, o Canadá, o México, os Países Baixos e a Grão Bretanha. Os seus vinhos estão presentes nos lugares mais exclusivos do mundo, além de estar a bordo das mais prestigiosas linhas aéreas internacionais como a American Airlines, a Cathy Pacific Airways, a Swiss International Airlines, a Finnair Airlines e também foram recentemente incorporados à linha de bandeira russa, a Aeroflot Russian Airlines.

Atualmente exporta o 60% da sua produção, além de manter a sua liderança no segmento Premium do mercado local.


As linhas de Produtos.

A Adega Luigi Bosca todos os dias se impõe desafios em matéria vitivinícola e trabalha na constante inovação dos seus vinhos. Atualmente a sua coleção está formada por duas linhas de produtos: Finca La Linda e Luigi Bosca.

FINCA LA LINDA
Finca La Linda
Finca La Linda Corte Reservado

LUIGI BOSCA
Luigi Bosca
Gala Luigi Bosca
Bohéme Luigi Bosca | Brut Nature
Finca Los Nobles Luigi Bosca
Icono Luigi Bosca


Proprietários e principais acionistas: Familia Arizu.
Fonte: www.luigibosca.com.ar

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Dia do Vinho na Serra Gaúcha

Região Uva e Vinho na Serra Gaúcha celebra o Vinho de forma integrada


Dia do Vinho é chance para se fartar de comida e conhecimento


Programação gastronômica oferece descontos em vários restaurantes da Serra Gaúcha,
além de cursos de degustação e harmonização, filó e jantares-baile

Até domingo (3), os oito municípios envolvidos nas comemorações do Dia do Vinho oferecem o que há de melhor da culinária típica italiana com os mais variados descontos em restaurantes, bares, lancherias e casas de gastronomia da Serra Gaúcha. São promoções e descontos que se estendem também para os cursos de degustação e harmonização promovidos pelas vinícolas em toda a área de realização do evento. Para completar, um filó e dois jantares-baile prometem testar os limites da resistência de quem não está acostumado com o conceito de fartura para os descendentes de colonos italianos.

Para quem dedicar o fim de semana para percorrer a Serra aproveitando as barbadas do Dia do Vinho, uma boa opção seria conjugar o aprendizado com a abundância da mais legítima culinária italiana. Confira abaixo alguns destaques. Informações detalhadas estão em www.diadovinho.com.br. Inclusive a lista completa dos hotéis, restaurantes, bares e similares com as respectivas ofertas e promoções.

PARA APRENDER

Em BENTO GONÇALVES
> Curso de Degustação: Vinícola Larentis – (54) 3453.6469
> Curso de Degustação: Casa Valduga – (54) 2105.3154
> Curso de Harmonização: Villa Valduga – (54) 2105.3154
Em FLORES DA CUNHA
> Curso de Degustação na Escola de Gastronomia UCS-ICIF – (54) 3292.1188
Em SÃO MARCOS
> Curso de Degustação (seguido de jantar): Vinícola Monte Sant’Anna e Casa Soldatelli Panassol – (54) 9973.9896
> Curso de Degustação: Vinícola Sinuelo – (54) 3291.9500

PARA SE FARTAR
Em ANTÔNIO PRADO
> jantar com brinde coletivo, no dia 2: Adega Casa do Imperador – (54) 3292.4200
Em BENTO GONÇALVES
> jantar harmonizado: Vinícola Torcello – (54) 3459.1164
> filó italiano, com show da Estado Maior da Restinga, campeã do Carnaval 2012, de Porto Alegre: Hotel Villa Michelon – (54) 3459.1800

PARA QUEBRAR A BANCA
Em GARIBALDI
> 26o. Festival Colonial Italiano: dia 2 de junho, a partir das 19h, no Parque da Fenachamp, com massa, galeto, polenta, radicci, pão, queijo, salame, morcella, queijo de porco, grostoli, cuca, suco de uva e vinho. Tudo à vontade, por R$ 25 – (54) 3462.8235
Em MONTE BELO DO SUL
> 11o. Festival de Santo Isidoro: a partir das 20h de 2 de junho, com massa, frango, leitão, queijo, salame, polenta brustolada, pão, saladas, pinhão, amendoim, grostoli, sagu, vinho e refrigerante. Seguido de baile. Valor: R$ 35. Haverá pipas espalhadas pelo salão e qualquer um que tenha pagado ingresso pode se servir de vinho direto da fonte. Quantas vezes quiser. – (54) 3457.1043

Sobre o Dia do Vinho
O Dia do Vinho, data que consta do calendário oficial de eventos do Rio Grande do Sul é resultado do Projeto Eventos Integrados e Integradores, fomentado pelo Ministério do Turismo. A realização da 3ª edição é do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e do Sindicato dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares – Região Uva e Vinho (SHRBS), em parceria com as Secretarias de Turismo dos municípios envolvidos, Conventions Bureau de Bento Gonçalves e Caxias do Sul, Sindivinho, Associação dos Produtores de Vinhos Finos da Campanha Gaúcha e da Phoenix Eventos, além de entidades parceiras.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Terminada a Colheita em São Joaquim

Olhá só gente...
A Assessoria de imprensa da Villa Francioni, produtora de Vinhos aqui da Serra Catarinense, informou aos jornais que encerrou a colheita nos vinhedos próprios em São Joaquim, na data de 22 de maio. 
Foram colhidas cerca de 150 toneladas de dez variedades de uvas tintas e brancas que servirão de base para a produção de três linhas de produtos da vinícola: Aparados, Joaquim e VF. 
Segundo o enólogo Orgalindo Bettú, o período de estiagem que trouxe prejuízos para várias regiões do estado, teve efeito contrário para as uvas. 
Temos tudo para elaborar vinhos magníficos, potentes e de excelente expressão aromática, de mais uma safra histórica”, destaca o enólogo. 

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Planilha de acompanhamento

Creio que poucos lembram os vinhos que já tomamos.
Foram encontros divertidos, algumas das ocasiões até hilárias.
Bem... quem quizer dar uma olhada básica, Planilha.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Medalha, Medalha, Medalha

Saiu no suplemento mensal Imagem da Ilha, no Guia gastronômico, mais especificamente na página 7, assinada por Hermann Byron Neto.
Prata, Ouro e Bronze da casa
Pela terceira vez no ano o pais do champagne destaca a qualidade dos espumantes brasileiros.
Desta vez foi no "Concurso Challenge do Vin", realizado nos dias 30 e 31 de março, em Bourg. Das quatro medalhas conquistadas, uma foi de ouro, duas de prata e uma de bronze. Participaram do concurso mais de 4.700 amostras de 38 países, que foram avaliadas por cerca de 800 degustadores. A medalha de ouro foi para o Ponto Nero Espumante Brut, da Dommo

Já a de prata ficou com Gazzaro Espumante Moscatel, da Vinícola Gazzaro, e a não menos importante deste universo vinífero, a medalha de bronze, foi para a Casa Valduga Espumante Arte Tradition Brut, da Casa Valduga Vinhos Finos.

Isso mostra que estamos no caminho certo. Graças aos nossos terroir(s) que se mostram cada vez melhores à produção de espumantes e também ao nossos esforços de experimentar os nacionais.

Ficamos felizes pois das medalhas, dois deles nos já provamos e gostamos.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Da Sanjo =>CONQUISTA Melhor vinho branco do Brasil é produzido em Santa Catarina


 
Divulgação/Sanjo
 
  
  
  
O vinho Maestrale Integrus Chardonnay 2010, da vinícola catarinense Sanjo, foi eleito o Melhor Vinho Branco Nacional no concorrido Top Ten do Prêmio Melhores do Vinho, realizado em conjunto com a mais recente edição da ExpoVinis Brasil 2012, em São Paulo, principal evento do segmento no Brasil, que ocorreu entre os dias 23 e 25 de abril.

Um seleto time de especialistas, incluindo representantes de Portugal e Argentina, elegeu os melhores vinhos em 10 diferentes categorias. “O Top Ten oferece um panorama dos melhores vinhos produzidos no mundo”, resume Domingos Meirelles, diretor da Exponor Brasil, organizadora do evento.
Única vínicola representante de Santa Catarina na cobiçada lista, a Sanjo comemora o sucesso do Maestrale Integrus, cuja safra 2010 representou a segunda edição lançada deste vinho branco, elaborado pelo método de vinificação integral em barris de carvalho.
Considerada uma uva de difícil cultivo e adaptação, a Chardonnay é uma das variedades brancas mais conhecidas e apreciadas, pela sua versatilidade e capacidade de harmonização com os mais diversos pratos. Entre as suas particularidades está a capacidade de absorver, as características do solo e do clima de uma região, refletindo intensamente o sistema de vinificação escolhido pelo enólogo para sua elaboração.
No caso do Maestrale Integrus, a uva traduz o valorizado terroir da Serra Catarinense, na produção de vinhos finos de altitude que destacam as singularidades da região que registra as temperaturas mais frias do país. Em relação à sua primeira edição, o vinho agregou notas mais delicadas da madeira de carvalho e um requinte ainda maior no sabor, proporcionado pela qualidade das uvas colhidas e o aprimoramento do método de vinificação.
O Maestrale Integrus 2010 fermentou nos barris de carvalho e permaneceu ali por mais 18 meses amadurecendo até ganhar a untuosidade e a riqueza desejadas. O enólogo da Sanjo, Marcos Vian, destaca ainda o estágio do vinho nos barris de carvalho, onde permaneceu sobre as borras finas de leveduras e era temporariamente submetido a um processo de levantar as borras do fundo dos barris através de um movimento chamado de Batonage. “Este é o grande diferencial técnico deste vinho e o responsável pela sua riqueza no paladar e a complexidade dos aromas”, explica Vian.
A Sanjo Cooperativa Agrícola, de São Joaquim, é uma das maiores produtoras de maçãs do Brasil. A partir de 2002, a empresa passou a investir também na produção de vinhos finos de altitude.
Matéria publicada em 16/05/2012 - Noticenter

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Encontro Santo Antonio de Lisboa

Mais um encontro!

Parabéns ao Assador, que dedicou boas horas para apresentar como resultado final este costelão, este não, dois. Ficamos impressionados pelo tamanho, mas ao final resultou no agrado geral.

Se não bastasse o local escolhido, veja o resultado deste trabalho. Ripas saltando, assado plenamente.
Sem contar da Salada (maravilhosa) e do aipim (mandioca) com bacon. Sucesso.
Em pé: Jacy, Stenio, Aloisio, Gomes, Amaral, Arno, Elton, Vânio, André, João Batista, Rodrigo
Sentados: Dadrley, Will, Ivanir e Humberto
Na máquina fotográfica: Jacinto
Realizamos nosso encontro dia 03 de maio, porém consideramos como sendo o do mês de abril.
Era um encontro para apresentar a casa do Humberto e conhecer o famoso costelão que ele assava. Não foi surpresa quanto ao assado, mas quanto ao espaço disponibilizado para o encontro. Realmente um local para reunir amigos. Foi o que fizemos, pois isso é o que fazemos de melhor... reunir amigos.

Ufa... foram degustados 6 vinhos, claro sem contar as gentis doações do Gomes e os seus Quinta da Figueira, (Ponte Velha)


Comentários:
1) Foi considerado o melhor da noite... felizmente quando aberto os rótulos e preços, descobrimos o porque de nossas escolhas estarem certas.... claro era o mais caro, mostrando de alguma forma que um vinho bom as vezes é mais caro. Um vinho equilibrado,  que pode-se beber sozinho sem acompanhamentos, agradável ao paladar e aromático, estava em sua plena forma.

2) Este segundo Zinfandel, já apresentava declínio em seu aroma, porém em boca era suntuoso e mostrava a realeza da uva Zinfandel. Para quem bebeu o Paint Zinfandel, sabe bem do que estamos falando. Uma lembrança que remonta uva passa e fruta bem madura. Apesar de seu aroma prejudicado, estava a contento.

3) O Carmenere do Casa Silva, quase ia passando despercebido quando alguém levantou a mão é disse "esse é um carmenere", pronto estava feito a discussão sobre que uva era e da sua potencialidade na harmonização.

4) Teroldego - Nunca havia ouvido falar nesta cepa, mas descobri que é uma cepa Italiana do Veneto. Seu cultivo está atualmente mais ao norte da Itália, no Trento. Ambas as regiões foram pólos de onde saíram imigrantes italianos para o Brasil do segundo reinado em 1875, que se tornaram colonos de terras na região de Bento Gonçalves e cercanias, uma delas Tangara, no meio Oeste, próximo de regiões conhecidas, como Pinheiro Preto. Me surpreendeu.. Inclusive o preço. Caro.

5) Este Cabernet Sauvignon, mas parecia um vinho colonial. Talvez tenha sido o vinho que menos agradou aos confrades presentes no encontro. Mas o importante é tomar conhecimento da existência desta casta e especialmente que produtores catarinenses em outros rincões se arriscam e estão investindo em seus vinhedos para atrair os novos consumidores.

6) Apesar de ser o derradeiro e presente do anfitrião, pelo preço e no momento em que bebemos ele não estava valendo tudo o quanto se paga por ele. Foi decantado e mesmo assim, na opinião de alguns deixou a desejar, pois quando se esperava que apresentasse as notas florais, madeira e até mesmo seus aromas mais primitidos... ficou... sim. Ficou assim meio sem graça. 



Este é mais dos nossos encontros.
Nosso próximo que já está agendado para 24/05/2012, será em comemoração ao aniversariante Ivanir.
Obrigado pela presença e até nosso próximo encontro.