sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Encontro 25/08/2011

Para conhecer um vinho é preciso tomá-lo e para que possamos aprender é preciso estar com os sentidos aguçados.

O encontro de agosto, realizado no 25, quinta-feira, foi realizado nas dependências do Santo Grall, anexo ao restaurante da AABB de coqueiros. O Folder destaca que se trata do melhor happy-hour de Foripa e que lá o milagre acontece. Para os que duvidam, é ver para crer, certo Zé? 

Bem, este encontro serviu para que nosso grupo fizesse a degustação fora do ponto de costume. Assinando o cardápio o santo graal, apresentou como entrada, pães cuidadosamente torrados acompanhados de um pate. No prato principal e antes dela uma generosa salada que antecipou o filé mignon com a penne. Servido em uma porção generosa foi a base para a degustação da noite.
Desta vez, Rogério Gomes, popularmente conhecido como Gomex, se encarregou de realizar a seleção dos vinhos para a degustação e aproveitou a oportunidade para apresentar seu vinho o Quinta da Figueira, lote II, Reserva Perpétua.

O Quinta da figueira, recebeu elogios do grupo, mostrando ao produtor e estudante de enologia, a evolução e o bom trabalho que vem realizando, mostrando que também é possível em Florianópolis se produzir vinhos utilizando as técnicas de produção modernas. Fica o registro e elogios ao nobre colega e o desejo de que possa construir o seu sonho, que é de ter seu vinho reconhecido.

Um brinde também ao Sommelier Marcelo Alonso, que ofereceu aos nossos participantes, material de divulgação sobre pratos e vinhos (guia para harmonizar) e uma garrafa para ser degustado. PUNTO FINAL, safra 2006 com 14,1 gl, sendo 99% de malbec e 1% de Cabernet Franc. Considerado um malbec clássico da Argentina, recebeu 90 pontos da Wine Enthusiast.

Os vinhos, Cavas de Crianza e Laborum, foram os selecionados para nossa degustação.
CAVAS DE CRIANZA
O Cavas de Crianza Blend, é composto das seguintes cepas: 40% de malbec, 30% de Cabernet Sauvignon e 30% de Merlot. A safra destacada é de 2008 e uma graduação de 14,8. Vinho mendoncino, argentino de Lujan de Cuio, produzido pela bodega Clos de chacras. Vinho honesto e pronto para beber. Este foi adquirido por R$ 54,00.
LABORUM
De Salta, também da argentina, a bodega El porvenir, com 100% Malbec safra de 2006, produziu este vinho que recebeu do crítico RP 91 pontos. Um vinho que deixava perpectível seu tanino aveludado e o intenso aroma de frutas, tanto em nariz quanto em boca, apresentado uma doçura comparada ao de goiabada. Para este vinho foi desembolsado R$ 78,00. No site das lojas especializadas o seu preço alcança a marca dos R$ 150,00

Além da oportunidade de rever os amigos, o grupo se reuniu em lugar agradável, com uma vista de encher os olhos, gastronomia e atendimento nota 10.
Acompanhe no quadro abaixo a festa do nosso encontro.



Mais imagens da confraternização:

Flávio e Amaral, pela conversa tinham assunto para a noite nota

Luciano Lavoura, para comprovar que estava realmente no encontro.

Comemorando que acertaram a uva. Imaginem se o acerto fosse 100%





Pessoal, é uma questão de adequação.
Que tal nosso encontro ser direcionado para quarta-feira?
Aguardamos sua opinião, pois dependemos dela para ajustar esta data.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Os vinhedos do mundo: Uruguai

No Uruguai a vinicultura está presente há pelo menos 259 anos. Nossos hermanos possuem um dos mais altos índices de consumo de vinho por habitante do planeta, com média anual de 25 litros per capita. Com este índice eles estão situados como a oitava maior.

Até algum tempo atrás o Uruguai apenas produzia um vinho rústico em grande quantidade dada a aceitação dentro do próprio país. Com as mudanças globais, o Uruguai resolveu se modernizar investindo nas cantinas e convertendo os antigos vinhedos com novas cepas e principalmente a TANNAT, que parece ter encontrado o local ideal para expor seu potencial, com isso o setor deu um grande salto de qualidade pois a extração de plantações velhas e de baixa qualidade substituídas por novas e de qualidade superior.
O Uruguai certamente é o único local no mundo onde a TANNAT está presente em maior quantidade que de sua região de origem.
A Uva TANNAT é considerada um uva dificil para os enólogos pela exuberância de taninos.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Glossario sobre vinhos

Pequeno Glossário do Mundo do Vinho
ACIDEZ - essencial para a vida e vitalidade de todos os vinhos. Num vinho de mesa seco e equilibrado deve
estar entre 0,6% a 0,75% do volume.
ACIDEZ FIXA - compreende ácidos encontrados nas uvas mais os produzidos durante a fermentação.
ACIDEZ TOTAL - combinação de acidez fixa com acidez volátil.
ACIDEZ VOLÁTIL - consiste principalmente de ácido acético.
ACIDO TARTÁRICO -ácido natural do vinho. Pode formar cristais inofensivos na garrafa ou na rolha, principalmente
em vinhos brancos mantidos à baixa temperatura.
AÇÚCAR RESIDUAL - quantidade que sobra após a fermentação terminar de forma natural ou artificial,
expressa em gramas por litro.
ADSTRINGÊNCIA - sensação de boca seca ou "amarrada", como aquela causada por frutas ainda verdes. É um fenômeno que causa a contração das mucosas.
AERAÇÃO - exposição do vinho ao ar ambiente. O mesmo que deixar o vinho "respirar".
AFINAMENTO - técnica para clarificação dos vinhos usando bentonita, gelatina ou clara de ovos.
São agentes que aglutinam as partículas em suspensão, sedimentando-as.
ÁLCOOL - no vinho, é o etanol ou álcool etílico. É um composto químico formado pela ação de leveduras no
açúcar das uvas durante a fermentação.
ÁLCOOL POR VOLUME - nível de álcool num vinho, expresso em porcentagem numérica do volume.
AMPELOGRAFIA - ciência que estuda as vinhas e variedades das cepas.
ANTOCIANOS - compostos fenólicos responsáveis pela cor vermelha e púrpura dos vinhos jovens.
AROMA PRIMÁRIO - sensação olfativa que lembra uvas frescas e maduras.
AROMA SECUNDÁRIO - sensação olfativa resultante da fermentação.
AROMA TERCIÁRIO - também chamado bouquet, é a sensação olfativa que o vinho desenvolve depois de engarrafado e envelhecido.
AVA - American Viticultural Area - denominação oficial nos Estados Unidos para áreas vitícolas
geograficamente delimitadas (exemplo: Napa Valley).
BLANC DE BLANCS - significa vinho branco feito de uvas brancas.
BLANC DE NOIRS - significa vinho branco feito de uvas tintas.
BODEGA - equivalente espanhol para vinícola.
BOTRYTIS CINEREA - um fungo benéfico e até desejável que ataca as uvas sob certas condições
climáticas. Elas perdem a água e concentram açúcar e ácidos.
BOUQUET - ver Aroma Terciário.
BRIX - unidade de medida do conteúdo de açúcar da uva, indicando o grau de maturação.
Outras unidades são denominadas Oechsle e Baumé.
BRUT - termo reservado para espumantes, significando seco.
CAVA - vinho espumante espanhol produzido pelo método champenoise.
CHAPTALIZAÇÃO - adição de açúcar ao mosto afim de elevar o teor alcoólico do vinho.
CHÂTEAU - este termo, seguido de um nome próprio, eqüivale em Bordeaux à uma
propriedade destinada à produção de vinhos.
CLARET - um termo usado na Inglaterra para identificar vinhos tintos de Bordeaux.
CLOS - vinhedo ou grupo de vinhedos fechados por muros.
CORPO - a impressão de peso ou plenitude na boca, resultado da combinação de álcool, glicerina e açúcar.
CRÉMANT - refere-se a vinhos espumantes com menor pressão e espuma mais cremosa.
CRIANZA - Reserva e Gran-Reserva - são termos que indicam, em ordem ascendente, o tempo de
maturação de vinhos espanhóis no carvalho e na garrafa.
CRU- um vinhedo específico ou zona delimitada com aptidão para produzir um vinho
de características particulares e originais.
CRU BOURGEOIS- são Châteaux de Bordeaux de uma notoriedade menor que os grands crus.
No Médoc, distinguem-se os crus bourgeois e crus bourgeois supérieurs.
CRU CLASSÉ - propriedade classificada com um grau de excelência estabelecido em 1855,
posteriormente revisado e ampliado. É chamada classificação do Médoc.
CUVÉE - designa um lote de vinhos cuja identidade deve ser diferenciada e precisa.
DECANTAÇÃO - passagem lenta do vinho da garrafa para um outro recipiente chamado decanter.
Serve para separar eventuais sedimentos do vinho ou para aeração.
DENOMINAÇÃO DE ORIGEM - sistema oficial adotado por vários países para garantir a origem
e qualidade dos vinhos (exemplos:, AOC, DO, DOC, DOCG, IPR, VDQS, VR, etc.)
DIÓXIDO DE ENXOFRE - ou anidrido sulfuroso (SO2). Composto químico adicionado no processo
para evitar a oxidação do vinho. Tem também propriedades anti-sépticas.
DOMAINE - propriedade destinada à produção de vinhos, com vinhedos de um ou vários donos.
ENÓFILO - pessoa que aprecia e estuda os vinhos.
ENÓLOGO - especialista da ciência do vinho e da vinificação. Certas praticas enológicas não
podem ser efetuadas sem a presença e controle de um enólogo.
EQUILÍBRIO - relação harmoniosa entre ácidos, álcool, fruta, tanino e outros elementos naturais
encontrados no vinho. Nenhum deles deve ser dominante.
FERMENTAÇÃO ALCOÓLICA - processo bioquímico pelo qual leveduras convertem o açúcar
(glicose, frutose) em álcool e gás carbônico. Transforma suco de uva em vinho.
FERMENTAÇÃO MALOLÁTICA - fermentação secundária que ocorre com a maioria dos vinhos,
convertendo ácido málico em lático para reduzir a acidez total.
FOXADO - característica aromática de cepas americanas, como Isabel, Taylor e Clinton, causada por
antranilato de metila. Os vinhos são desagradáveis e de conservação difícil.
GOSTO DE ROLHA - um substância chamada TCA transmite aleatoriamente à alguns vinhos um gosto
de mofo permanente através da rolha. È o chamado vinho "bouchonné".
JEREZ - também Sherry e Xérès. Vinho fortificado produzido em Andaluzia na Espanha,
nos estilos Fino, Manzanilla, Amontillado, Oloroso, Palo Cortado e Cream.
LÁGRIMAS - ou "pernas" que escorrem na parede dos copos depois de beber, resultam da
diferença da velocidade de evaporação entre a água e o álcool.
LATE HARVEST - essa expressão no rótulo indica um vinho feito com uvas colhidas tardiamente,
com alto teor de açúcar. Normalmente um vinho de sobremesa.
LEVEDURAS - micro organismos que produzem enzimas responsáveis pela fermentação,
convertendo o açúcar em álcool.
MACERAÇÃO - durante a fermentação, o contato das cascas e sólidos com o vinho,
onde o álcool age como um solvente para extrair a cor, taninos e aroma das cascas.
MACERAÇÃO CARBÔNICA - fermentação das uvas tintas inteiras, não prensadas, numa atmosfera
de dióxido de carbono (exemplo: Beaujolais Nouveau)
MERITAGE - termo criado na Califórnia para identificar vinhos tintos no estilo Bordeaux
e brancos não varietais.
MÉTODO CHAMPENOISE - processo no qual o vinho base sofre a segunda fermentação
na própria garrafa para formar as borbulhas. É o único método utilizado em Champagne.
MÉTODO CHARMAT - processo de produzir vinhos espumantes com a segunda fermentação
feita em tanques pressurizados.
MÉTODO CLASSICO - ou tradicional. Termos para identificar espumantes elaborados pelo
Método Champenoise fora da região de Champagne.
PH - medida química para determinar acidez/alcalinidade. Nos vinhos, a relação
deve se situar dentro de valores desejáveis.
PHYLLOXERA - um pulgão que ataca as raízes das videiras. Causou a devastação
mundial das vinhas no final do século 19.
PREMIER CRU - designação dos Châteaux Lafite, Haut-Brion, Latour, Margaux e
Mouton na classificação de Médoc de 1855 (revista em 1973 para incluir o Château Mouton).
QUALITÄTESWEIN - (QbA) - categoria de vinho alemão elaborado com uvas de uma das treze
regiões e suficientemente maduras para que tenham o estilo desejado.
QUALITÄTESWEIN MIT PRÄDIKAT - (QmP) - a mais alta categoria de vinhos alemães, contendo cinco
atributos em ordem ascendente de maturação das uvas na colheita.
QUINTA - propriedade produtora de vinhos em Portugal.
RECIOTO - vinho doce do Veneto produzido com uvas passificadas. O estilo
seco é chamado Amarone.
RETROGOSTO - identifica o aroma e sabor deixado pelo vinho na boca após ser engolido.
Grandes vinhos têm retrogosto rico, complexo e prolongado.
RIPASSO - vinho refermentado nos sedimentos de um vinho Recioto.
RISERVA- ou Riserva Speciale - vinhos italianos DOC maturados por um número obrigatório
de anos. São vinhos de qualidade superior.
SEKT - vinho espumante alemão.
SÉLECTION DE GRAINS NOBLES - SGN - menção que pode ser indicada nas garrafas de
certas apelações. Significa uvas selecionadas com botrytis para vinhos de sobremesa.
TANINO - substância natural encontrada no vinho, essencial para a estrutura dos tintos. É derivado
principalmente das cascas, sementes e engaços. Tem um sabor adstringente.
TERROIR - meio ambiente com características próprias para produzir vinhos originais e de qualidade.
Constitui um dos fundamentos dos sistemas de denominação de origem.
VDN - Vin Doux Naturel - vinho doce, fortificado com adição de aguardente vínica. Sua riqueza
inicial de açúcar deve ser pelo menos igual à 252 gramas por litro.
VENDANGES TARDIVES - VT - expressão prevista para certos vinhos, principalmente da Alsácia,
com riqueza de açúcar natural.
VIN DE PAYS - um estilo de vinho regional. Uma categoria acima de Vin de Table.
VIN DE TABLE - a menor categoria dos vinhos franceses. A tradução literal como Vinho
de Mesa, tem o mesmo significado em outros países.
VINHO DO PORTO - o vinho fortificado mais renomado do mundo. Produzido nos estilos Ruby,
Tawny (básico, com idade e colheita), LBV, Vintage Character e Vintage.
VINHO FORTIFICADO - denota um vinho que teve seu teor alcoólico aumentado pela adição
de aguardente vínica (exemplos: Vinho do Porto, Jerez, Madeira, VDN).
VINHO VARIETAL - vinho identificado com o nome da variedade da uva no rótulo.
É preciso que exista um mínimo dessa uva, normalmente 75% na maioria dos países.
VINTAGE - vinho de um determinado ano. Pode também significar Colheita.
O Porto Vintage é o estilo mais raro e caro desse vinho fortificado do Douro.
VITIS VINIFERA - espécie botânica de uvas destinadas à produção de vinhos de qualidade,
com milhares de variedades. Na pratica, são utilizadas cerca de cinqüenta. É o nome científico das vinhas européias.

domingo, 31 de julho de 2011

Encontro 28/07/2011

No encontro de julho, realizado em 28/07/2011 no Alto do morro e nas dependências do que chamamos de Sede "ponto alto café", a temática foi de degustar vinhos e gastronomia Italiana.

Servimos com a Lasanha de Filé Mignon 4 queijos, vinhos procedentes da Toscana, Puglia e Asti.
Estavamos em 17 e servimos 9 garrafas, 3 de cada rótulo. Todos os rótulos foram adquiridos na VINO (antiga Expand).

Le Maestrelle (2009), Tormaresca(2008) e Fiulot (2008).
Um pouco sobre a classificação que a Itália utiliza.
Os italianos têm um sistema de leis introduzidas em 1963 para dar estrutura à Indústria do Vinho.
As principais categorias existentes são DOC (Denominação de Origem Controlada) e DOCG (Denominação de Origem Controlada e Garantida).
A categoria IGT (Indicação Geográfica Típica) foi criada em 1992 para atender a demanda dos vinhos criados por enólogos de vinícolas famosas e que não atendiam as “receitas” pré-estabelecidas pelos disciplinares (DOC e DOCG). Para um vinho ganhar esta classificação é necessário que todas as uvas usadas em sua produção sejam de uma mesma região italiana e que a vinificação também ocorra nesta região, que constará no nome do vinho.
A DOC é reservada para a produção de vinhos que correspondam aos requisitos ditados pelas Leis Disciplinares, enquanto a DOCG é atribuída a vinhos de prestígio com a DOC reconhecida por pelo menos 5 anos.
O vinho Maestrelle, Toscano da safra 2009 de produtor famoso Marchesi Antinori, é um IGT.
Produzido com a uva Sangiovesi (60%) Merlot (20%) e Syrah (20%) carrega uma graduação de 13%, foi nosso primeiro vinho degustado.
Custou R$ 58,00
O produtor relata em seu site que estas uvas foram colhidas em momentos diferentes e também vinificadas separadamente, permitindo uma maceração específica para cada uma das uvas citadas. A Temperatura de fermentação não execeu a 25º C. 15% deste vinho passou por estágio em barrica de carvalho sendo engarrafado em meados de agosto de 2010


Além do Toscano acima, Neprica Tormaresca, foi considerado como o melhor vinho do encontro. Tivemos alguns que escolheram o Nr 1, também alguns escolheram o Nr. 3, mas de consenso este vinho da Puglia, também IGT, produzido com as uvas Rosso Negroamaro, Cabernet e Primitivo se destacou por apresentar um maior equilíbrio Olfativo e Gustativo. Sua graduação alcoolica é de 13,5%. Passou por uma estabilização de 8 meses nas cubas de inox e mais 4 meses em garrafa antes de ser comercializado.
Custou R$ 58,30


Para encerrar, degustamos vinho classificado como DOCG Barbera D'Asti - 100% produzido com a Uva Barbera. Deste Fiulot, 20% passou por Barricas de carvalho, depois passou alguns meses envelhecendo nas cubas de Inox.
Na opinião de alguns este vinho ficou abaixo do esperado, esperava-se que fosse mais potente, inclusive por ser do ano de 2008 já estivesse mais equilibrado, o que não aconteceu. Se mostrou com uma acidez elevada, o que acabou destoando da sua intensidade. Seus aromas tinham uma certa intensidade mas se perdiam na harmonia e qualidade. Sua graduação é de 13,5%. Produzido com uvas da safra de 2008. Custou R$ 78,00

Imagens do nosso encontro: 

Bons vinhos, boa comiga e bons amigos.

O bate-papo prevalece em nossas degustações.

Renovando, buscamos a fidelização.
Ainda, realizamos experimentos a utilização da "ficha de avaliação".
Para os próximos encontros, avaliamos a possibilidade de trazer alguém que possa ajudar o nosso grupo no processo aprendizado, no que diz respeito às degustações. Claro que tudo o que for definido terá o concenso do grupo. Se concordarem podemos avançar mais... descobrindo alguns porques e outros por que não?
Convido aqueles que possuem cadastro em alguma das ferramentas do google, para que se cadastrem como seguidores e postem seus comentários, aqui neste blog.
Com a contribuição de cada um, faremos um grupo ainda mais forte.

Um último registro.
Para se redimir do último encontro o Stenio, trouxe mais uma garrafa de Navarro Correas.
Ainda, se o vinho do mês anterior não estava bouchonée como mencionei, referindo-me sobre a diferença da qualidade da garrafa, o colega Gomes foi buscar uma explicação. Teria sido a oxidação.
Como o defeito apresentado estava na rolha, fica difícil ponderar, certo?
Muito importante:
Os vinhos sejam servidos à temperatura recomendada para cada tipo, afim de serem apreciados em sua melhor condição, exaltando as características boas e eliminando possíveis sensações desagradáveis no serviço do vinho.
Champagnes e espumantes de 6 a 8°C
Vinhos brancos suaves ou doces de 8 a 10°C
Vinhos brancos secos de 10 a 12°C
Vinhos rosados de 12 a 14°C
Vinhos tintos leves, jovens frisantes de 14 a 16°C
Vinhos de médio corpo ou envelhecidos de 16 a 18°C
Vinhos tintos encorpados de 18 a 20°C

Algumas dicas:
Se desejar resfriar rapidamente uma garrafa de branco, espumante ou champagne, o melhor meio é um balde de gelo com água.
Não é recomendado colocar o vinho em freezers, pois o choque térmico modifica o seu sabor.
Nunca refrescá-lo colocando gelo dentro do copo, pois isso dilui o vinho e pode inclusive alterar seu próprio sabor.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Encontro 30/06/2011

Pessoal, foi nosso maior número de participantes até agora.
Contados... 20, nem mais nem menos. Obrigado pela presença.
Antes de iniciar as degustações, apreciamos 3 outros vinhos: Um vinho Sul Africano ( Avondale) um corte de 49% Cabernet Franc, 26% Ruby Cabernet(nunca havia sido mencioda antes), 10% Malbec, 10% Cinsaut e 5% Shirah.
Um cabernet Sauvignon/2008/ Viña Maipo (Chile)




    Agora, um pouco das nossas degustações:

Tempranillo


Tempranillo da Finca la Linda (2008),  Argentino de boa procedência e produzido pela Bodega Luigi Bosca. Agradável, muito bom para iniciar pois a uva já é um indicativo. 14,0% de Alc.
Particularmente aprecio.
"Este vinho é quase todo elaborado com uvas da variedade Tempranillo de nossos vinhedos de Barrancas, na comuna de Maipú, a 25 km ao sudeste da capital de Mendoza, em uma altitude de 780 metros acima do nível do mar. " As garrafas são guardadas na adega de 4 a 6 meses, antes de serem etiquetadas.
Creio que está cepa, já merece uma degustação específica.



Cabernet Sauvignon
Navarro Correas Colleccion Privada - Cabernet Sauvignon 2006 - Mendonza Argentina - também com 14% alc. Este vinho é produzido a partir de vinhas provenientes dos vinhedos de Tunuyán, Tupungato, La Consulta e Luján de Cuyo, em Mendoza. 30% deste vinho passou 12 meses em barricas de carvalho francês.
No encontro eram 3 garrafas para atender o grupo, porém infelizmente uma delas estava bouchonée. Aproveitando sobre o assunto:

O que é um vinho bouchonée?
Bouchon significa rolha em francês, daí vem o nome. Bouchonée, portanto, é um vinho que foi infectado por fungos que atacam a rolha de cortiça e que contaminam a bebida. No popular é um vinho com cheiro ruim e gosto intragável.




Pois bem:
O que a Mistral (importadora) fala do Vinho:
Syrah

Este extraordinário tinto é o vinho de menor produção de toda a linha Montes Alpha e acaba de ser indicado pela revista Wine Spectator como um dos vinhos de melhor relação qualidade/preço em todo o mundo, com 90 pontos. Já foi indicado para a prestigiosa lista dos "100 Melhores Vinhos do Mundo" da publicação. Para a Wine Enthusiast "é consistentemente um vinho que merece notas altíssimas, descrevendo o Syrah como "repleto de aromas de café, framboesas, ameixas e cravo; um vinho profundo e cheio de nuances".
Vinho Chileno safra 2007 - 14,5% alc. É um corte contendo 90% de Syrah, cabernet Sauvignon 7% e 3% de Viognier. Maturra 12 meses em barricas de carvalho Francês.





Amigos....
O interessante é que vocês também postem seus comentários.
O Blog está aí pra isso.
Sugestões, críticas serão bem vindas, quando para fortalecer nosso grupo.
Cadastra-se e acompanhe os post(s).
Grande abraço e até nosso próximo encontro.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Colheita Tardia

Que beleza....
A serra catarinense propiciou a nós, apreciadores de vinho, mais uma.


Recebi da assessoria de impressa da Villa Francioni (São Joaquim) a informação de que no dia 01/07/2011, sairam para colheita dos ultimos cachos da safra 2011. A colheita foi especificamente das uvas Sauvignon Blanc, que serão utilizadas na produção do vinho de sobremesa Colheita Tardia.


É um fato raro, nunca antes a colheita na vinícola havia se extendido até o mês de julho.


Estes preciosos cachos passaram pelo processo de botrytização, tendo como conseqüência a desidratação, o que poderá garantir um vinho com guarda de até 30 anos.

A Villa já possui o que ela chama em seu site de Vinho Licoroso, sendo que a última safra foi a de 2005.

Vamos aguardar para ver o quanto isto tudo irá nos custar. O anterior custa R$ 225,00.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Vem aí o tinto mais nobre da Villa Francioni - Michelli

Bem....
Para quem teve o prazer de degustar o Michelli da Villa Francioni safra 2005,  último lote deste vinho produzido em 2009, agora verá o tinto mais nobre desta vinícola da safra 2006 chegando ao mercado.

Este corte é das uvas Sangiovese, Cabernet Sauvignon e Merlot, não sei precisar as proporções (ainda).

Mais uma vez, estarão liberando um lote restrito de 2.600 garrafas um pouco mais do anterior que foi de 2.000 garrafas.

Segundo assessoria de impressa da Villa Francioni, este lote possui um alto potencial de guarda, estimado em mais de 20 anos.

Esta safra 2006 traz o Michelli com estágio em barricas de carvalho francês novas, prevalecendo a acidez da uva Sangiovese.

Se estão distribuíndo agora os da safra 2006, já anunciam que o próximo lote será da safra de 2009, "considerada perfeita para elaboração de mais um rótulo com alto grau qualitativo."

Aproveitem e se possível me chamem para degustar.

Michelli 2006
Corte de Sangiovese, Cabernet Sauvignon e Merlot

terça-feira, 31 de maio de 2011

Encontro 26/05/2011

Desta vez, com o convite do aniversariante, aproveitamos a data e a realização do nosso encontro para  comemorar o Aniversário do Ivanir.

Inicialmente faríamos degustação somente de vinhos brancos, pois o prato sinalizava para isto.
Após conversa com o proprietário da Santa Adega, loja que nos atendeu com os vinhos degustados, fomos um pouco mais atrevidos e juntamos 3 opções além da espumante (Terra Nova) que o Ivanir ofereceu. Branco, Rosé e Tinto. A idéia central era de poder degustar os 3 juntamente com a gastronomia proposta, Camarões e Paella de frutos do mar. No entanto, pelo adiantado da hora quando a refeição ficou no ponto, acabamos degustando, espumante, branco e rosé antes da Refeição.

Ficam os créditos para Darley que elaborou a Paella de frutos do mar, ao Roma que cedeu a residência e também atendeu os convivas com um prato à base de Camarões, ao Ivanir pela colaboração na organização, ao Gomes e ao Rodrigo pelos vinhos, às esposas de alguns dos confrades que se fizeram presentes, aos demais convidados e ao tempo que colaborou inclusive com uma vista fantástica, nada comparada ao da nossa Sede, lá nos altos do Morro do Celta....
Permitam-me desta vez não nominar os presentes, para evitar de cometer o esquecimento de alguém.
Os três rótulos dos vinhos degustados


Nossos objetivos estavam voltados para a degustação dos 3 vinhos da noite.

Branco - Santa Carolina Reserva de Familia, elaborado com a uva chardonnay. Uma boa demonstração de um branco com passagem no carvalho e pronto pra beber.
Vinho chileno da safra 2007 com 13% GL.
Este vinho surpreende a primeira vista por sua intensa e brilhante cor amarela. Aroma intenso de frutas tropicais e cocos.
Tem boa acidez e estrutra firme como pêras e damasco maduro.
É elegante e complexo, bem balanceado e com acabamento completo.
O Baron ainda trouxe um outro muito similar, creio que até superior ao santa carolina. Lamentamos o fato de quando iniciamos com este vinho a paella ainda não estava pronta. Ao meu modo de ver este vinho teria uma aceitação superior.
Rosé - Chateau des Aveylans - produzido na região do Vallée du Rhône - França.
Rose cereja brilhante, aromas de frutas brancas e vermelhas, toques frescos como menta.
Corpo redondo e complexo.
A Safra destas garrafas é o ano de 2006. Muito se fala, que para acompanhar os frutos do mar, deveríamos esperimentar os brancos de corpo médio, como os produzidos com as uvas Sauvignon Blanc, Sémillon, Chablis dentre outras, no entanto aposto que o rosé tem uma presença incrível.
Claro que se observarmos nossa culinária podemos também apontar que como gostamos de ousar na questão temperos, podemos também apostar nos brancos encorpados como os Chardonnay e o Viognier.

Este é um bom exemplar para ousar.




Para finalizar a degustação deste encontro com uma surpresa, foram degustados em garrafas tamanho magnum 1,5 lt o Don Román.
Safra 2008
Não estava à altura dos dois anteriores.
Claro que esta conclusão melhor seria dada se pudessemos ter degustado os 3 sendo degustados com a Paella de frutos do Mar, mas o risco e por minha conta.
Como era um vinho tinho mais leve, da Uva tempranillo e também como o grupo tem uma aceitação maior aos tintos, deu a impressão de que o tinto era o preferido, mas em termos de harmonização, este vinho ficou devendo.


O branco na taça esboça sutileza
O Rosé tem seu charme
Mas o tinto ainda é a bola da vez. 


Aniversariante comemorando com a camisa do Chapecoense, nas mãos do Aloisio.
Sentimos falta do José que por motivos particulares, desta feita não pode comparecer.
Mas como ele mesmo me fez lembrar, o importante é a formação de um grupo capaz de mesmo com ausência do cozinheiro principal dar conta do recado. O Darley deu conta sim, José.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Visita à Villa Francioni

Convite aceito - Hora de levantar cedo e pegar a estrada.
- Partimos de Florianópolis com destino à São Joaquim aproximadamente as 08 da manhã. Era um sabádo com um sol brilhando. Nosso trajeto foi sendo feito com apresentações dos colegas de viagem além de uma boa comversa. As horas em que passamos dentro do ônibos serviu também para relaxar. Eramos um grupo bem eclético.
- As 11:30hs nossa caravana chega em Urubici.
Conhecida como Terra das Hortaliças, Urubici tem belas paisagens, reservas ecológicas e mistérios.
Um desses mistérios é o sino da igreja local. Quem já tocou sabe porque!
- O Almoço serviu para provarmos um vinho local, Suzin. Pegando a estrada novamente nossa chegada até ao destino final São Joaquim na Vila Francioni aconteceu as 13:30 hs, inclusive pontualmente no horário pré-determinado.
- Após as devidas tratativas e compra do ingresso, por volta das 13:45 a visitação se iniciou. Do Grupo que lá esteve éramos em 5 da confraria ( Darley, Jacy, Ivanir, Vânio e Rodrigo). 
A Apresentação da vinícola se deu com um vídeo contando um pouco da história e saga do seu fundador  Manoel Dilor, que não teve o prazer de degustar seu primeiro vinho. 


As imagens acima, podem falar por si. Uma vinícola com instalações modernas, equipamentos praticamente novos, muito bem decorada, limpa e com um bom futuro pela frente. Claro que os vinhos que dela virão aos quais aguardamos com expectativas poderão lançá-la ainda mais para o mercado externo, mostrando o terroir catarinense para o mundo e produzindo vinhos de qualidade. Vocês sabiam que ela possui a mais bela arquitetura da América Latina no segmento vinícola? Premiada inclusive.

Recentemente o Sauvignon Blanc 2009, foi um dos escolhidos na lista TOP TEN Expovinis 2011. 
-Atualmente a vinícola trabalha com 3 linhas: Linha Villa Francioni, Linha Joaquim e a Linha Aparados
A linha aparados é composto pelo Aparados Cabernet Sauvignon 2007.
A linha Joaquim: Joaquim Brut Rosé, Joaquim Cabernet/Merlot2006 e Joaquim Rosé 2008
A linha Villa Francioni possui 8 vinhos
- Licoroso 2005
-Tinto 2005
-Michelli 2005
-Francesco 2006
-Tinto 2006
-Sauvignon Blanc 2009
-Chardonnay lote II 2008
-Rosé 2009 ( O Vinho da Madonna)

Não fosse a quebra do meio de transporte, teria sido um passeio perfeito. Em contra partida deixou suspense e emoção no ar. Ao final tudo certo.

sábado, 30 de abril de 2011

Encontro 28/04/2011

Que maravilha....
Pernil de Carneiro com risoto de arroz arborio e abobrinha

Um recado para o José. O tempero estava uma delícia. Até chegaram a dizer "eu gosto com um pouco mais de sal" mas estava muito bem assado. O arroz arborio com abobrinha que recebeu ajuda de pelo menos 5 pessoas, estava delicioso pois, até aqueles que não gostam do queijo se agradaram. Resumindo...... estava ótimo. Comentamos que deveríamos fazer mais vezes com outras opções de vinho.

Abaixo,
José, Aloísio e Darley no preparo do arroz.
No próximo encontro precisamos acertar com o cozinheiro para que ele chegue no horário.
Temos dado a preferência de fazer as degustações às cegas, o que quer dizer isso? Não é de olhos fechados. É  divertida e aprende-se muito também. É prazerosa. As vezes, quando você acha que é determinado vinho, desse ou  daquele lugar, ouve um comentário de um conviva e muda a sua opinião. Outras vezes, acredita no seus sentidos e monta o quebra-cabeça, surpreendedo-se com o resultado final.

Uma degustação às cegas, como o nome sugere, guarda um segredo pois o rótulo não é mostrado. As garrafas são ensacadas/embrulhadas, numeradas e servidas. Provar diferentes vinhos sem saber quais são os rótulos, o tipo de uva ou mesmo país pode ser um estímulo divertido que vai demonstrar como às vezes somos influenciados por fatores externos ao nosso gosto. É uma das provas mais didáticas que existe. E exige muita humildade do provador. O que vale aqui é a avaliação sensorial da bebida que está na taça, e um pouco de experiência, sem qualquer interferência, como a nota do Robert Parker, a fama do produtor, o preço do vinho ou seu hábito de consumo.  Em uma degustação às cegas, além de divertida, pode revelar que um rótulo mais barato pode agradar tanto ou mais que um mais caro. http://colunistas.ig.com.br/vinho/tag/degustacao-as-cegas/


Na foto acima, temos dois novos convidados Edson Amaral e Gustavo, que estão ao lado do Gomes e do Marcos (Xirú), sentados à mesa com Ivanir e Elton.



Nesta noite aprofundamos e realçamos o os vinhos da Serra Catarinense em especial os produzidos pela Villa Francioni.
O primeiro vinho que degustamos foi da safra de 2007
Cabernet Sauvignon
Graduação de 13,8%
Coloração Vermelho-rubi e reflexos violáceos
Tanino macio
Estrutura equilibrada

Este exemplar que a Villa francioni produz já foi muito comentado e badalado, mas para a maioria dos presentes no encontro, não encontrou nesta garrafa tudo o que esperava.
O Joaquim
Safra 2006
Produzido com um corte das uvas Cabernet Sauvignon e Merlot
Graduação de 13,6%
Estagiou 10 meses em barricas de carvalho francês
Villa Francioni Francesco
Produzido com uvas da safra de 2006
Corte de Merlot, Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Malbec e Syrah
Graduação de 13,7%
Elegante, estruturado
Deve ter passado pelos mesmos 10 meses nas barricas de carvalho francês
Cor vibrante
Aromas de frutas vermelhas com delicadas notas de baunilha e especiarias
Abaixo João Batista, Roberto, Flávio e Humberto, aguardavam as palavras que anunciariam " a comida esta servida" para dar continuidade às degustações.

Troca de ideias
Não Tenho dúvidas de que o pernil de cordeiro é uma iguaria que devemos explorar.
Aqui nesta mesa, comentamos sobre o próximo encontro.
Desta vez não comentamos sobre os modelos das garrafas, mas ficou bem claro o que é um cheiro e o que é um aroma (rs).

Darley, Gustavo, Amaral, Elton e a Fila... que se seguia para aproveitar a boa hora da refeição.
Hora de afinar o paladar

sábado, 2 de abril de 2011

Encontro 31/03/2011

Olá Amigos....
Mais um encontro para celebrar as amizades e a troca de idéias e informações sobre os vinhos degustados.
Estiveram presentes uma quantia exuberante de pessoas: 19. (Aloisio, Ariosto, Baron, Darley,Elton Gubert, Helton, Flávio, Gomes, Ivanir, Jacy, José Biezza, Marcelo Biancamano e Marcelo Panchiniak, Stênio, Vânio, Prof. Roberto, João Batista, Paulo Lenz e Marcos Quilante.

Nosso orgulho foi poder contar com a presença do Helton Bertol, que hoje não está residindo em Floripa, pois mantém seu posto de trabalho fora da Grande Florianópolis. Estou certo de que ele se orgulha da confraria, mesmo que com membros diferentes do grupo inicial, mas se mantém ativa até então. Valeu Bertol pela presença.

Algumas caras novas esiveram presentes, outras nem tanto.
Neste encontro estiveram presentes pela primeira vez o Marcelo Biancamano e seu Sócio Paulo Lenz, não por falta de convite mas pela agenda complicada que os dois possuem. Estou confiante que estamos caminhando para a formação de um grupo cada vez mais forte, o qual gostaria até de chamar de Clube do Vinho.

Para quem conheçe o local onde estão sendo realizados os nossos encontros, tem a certeza de que até podem existir lugares melhores, mas a vista é realmente vislumbrante.


Chegamos até a tomar um vinho de 1998, ( Lesparre) um francês que ninguém apostava nenhuma ficha. Mas foi só uma garrafa e para os que chegaram mais cedo. Ao final o Rodrigo Baron ainda trouxe uma pegadinha. Apresentou da mesma forma como constumamos degustar os nossos vinhos, envolto em papel laminado uma garrafa de Tannat. Realmente o Tannat tem seu momento, mas neste dia não era o dele. Era um Tannat 2007 que na europa é reconhecido.

Degustamos 3 vinhos:
Apresentou cor rubi bem escura com dominância do aroma de chocolate. Curiosidades sobre este vinho:
85% das uvas foram produzidas no Valle de Colchagua e o restante no Valle do Maule. Este corte proporciona presença de frutas vermelhas com taninos suaves enquanto que as produzidas no Maule agregam acidez e corpo a este vinho. Este nobre exemplar é produzido com 100% da cepa Cabernet Sauvignon sendo que 80% deste vinho passou 9 meses em barrica de carvalho Francês.


Rubi muito intenso com matizes purpúreas. No nariz é uma bomba de frutas vermelhas, notas de baunilha, coco e alcaçuz. Grande concentração, com taninos cremosos e longo e perfumado final. 

Este é um blend com 85% Malbec, 8% Tannat, 5% Cabernet Sauvignon e 2% de Shiraz. Podemos perceber neste belo exemplar da estância colomé, sua cor escura e intensa. Possui aromas complexos e persistentes como disse o professor Roberto e estes aromas são de cerejas, amoras. Quando degustado mostrou-se fino, concentrado com final redondo e taninos  elegantes.

Que venha o próximo encontro, que já tem até data: 28/04/2011
Não se esqueçam.